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Segundo o Instituto Brasileiro de Estatística e Geografia (IBGE), a inflação ficou 0,75% em março, acima dos 0,43% de fevereiro. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), teve esse aumento devido à alta dos preços de alimentos e combustíveis. É a 4ª alta seguida e maior taxa desde março de 2015, quando o índice foi de 1,32%. Nos três primeiros meses de 2019, a inflação se situou em 1,51%. Em abril, a inflação continuou alta, seguindo o mesmo índice de março.

 

Os alimentos e combustíveis puxam essa alta, isso porque a gasolina teve a maior impacto, com variação de 2,88% e o etanol subiu 7,02%. As passagens áreas também tiveram um aumento significativo, cerca de 7,29% mais caras. Mas o principal impacto foi nos alimentos e bebidas, estes que são os principais vilões da inflação, tiveram grande alta nos preços.

 

É possível observar esse aumento nos supermercados. Os alimentos mais caros são, o tomate cerca de 31,84%, repolho 29,67%, batata-inglesa com alta de 21,11%, feijões cariocas e preto, aumentaram 12,55% e as frutas mais caras foram a manga 22,25% e o mamão com 17,99%. Sendo assim, os consumidores estão cada vez mais afetados.

 

Se os alimentos e despesas pessoais puxaram a alta dos preços, o vestuário jogou a favor dos consumidores, reduzindo os preços em 1,36%. A maior queda foi em calçados e acessórios (-1,87%) e as roupas também contribuíram para segurar os preços (-1,7%).

Fonte: Gazeta

Por: Buna Falcão

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