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Sindicato pode paralisar atividades a qualquer momento

O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Alimentação em São Borja intensifica mobilização, iniciada há algumas semanas, com a perspectiva de possível deflagração de greve.

O argumento é de que o sindicato patronal estaria complicando as negociações, tendo até ameaçado retirar os direitos dos funcionários para assegurar algum ganho real.

A intenção é criar dois pisos salariais para a categoria, o que é inaceitável, segundo o presidente do sindicato operário, Hugo Chimenes.

A pauta de reivindicações pede manutenção das chamadas cláusulas sociais, ganho de 5% no salário e piso de R$ 1,3 mil reais.

Impasses semelhantes vêm ocorrendo em Itaqui, onde já houve paralisação de trabalhadores na última semana.

Inscrições abertas para curso de Pecuária

O Sindicato Rural em São Borja está com inscrições abertas para o curso de Atualidade de Pecuária de Corte, iniciativa da Comissão de Jovens Produtores na cidade.

O curso acontece de 15 de agosto a 31 de outubro, com aulas sempre aos sábados. O custo por participante é de R$ 1,2 mil, podendo ser parcelado em até 4 vezes.

Mais informações podem ser solicitadas na secretaria do Sindicato Rural, ou pelo telefone.

Enchente do Uruguai prejudica a produção de arroz

As chuvas e instabilidades do clima nos últimos dias só vêm aumentando a preocupação dos produtores de arroz, em relação à preparação e implantação da futura lavoura.

O preparo do solo se mantém em 25%, já que desde a semana passada o trabalho está parado, segundo o técnico do Instituto Rio-grandense do Arroz (Irga), Luciano Alegre.

Existem ainda os problemas da enchente do Rio Uruguai e afluentes, que inundou mais de 6 mil hectares destinados as lavouras.

O Irga considera que o período de chuvas mais intensas, provocadas pelo El Niño, ocorra em agosto e setembro, e a previsão de que São Borja repita o plantio de 48 mil hectares de arroz não está descartado.

Gasolina chega a R$ 3,45 em São Borja

O aumento dos combustíveis em todo o País está valendo desde 1º de fevereiro. O reajuste ficou em 0,22% por litro de combustível.

Na última suba, os valores em São Borja ficaram entre R$ 3,45 e R$ 3,55, ou seja, um aumento de R$ 0,30 a R$ 0,40. Fizemos um novo levantamento para saber como andam os preços cinco meses depois da correção.

A gasolina comum está sendo vendida de R$ 3,39 a R$ R$ 3,45, totalizando uma diferença de até R$ 0,06 de um posto a outro. Já a Gasolina aditivada é comercializada entre R$ 3,42 a R$ 3,49. O valor do álcool varia de R$ 2,59 a R$ 2,69.

Em Porto Alegre é possível encontrar o combustível por R$ 2,99, mas de acordo com o Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis e Lubrificantes no Rio Grande do Sul (Sulpetro) como São Borja fica distante das refinarias o valor do transporte é acrescido, fazendo com que o produto não possa ser comercializado por um preço mais baixo.

Estacionamento rotativo não está sendo cobrado em alguns pontos da cidade

Desde a segunda-feira (6) e, provavelmente, ao longo da semana o Estacionamento Rotativo não estará sendo cobrado na Rua Aparício Mariense entre as ruas Cândido Falcão e Félix da Cunha. O motivo é a dispensa de dois monitores e a necessidade de novas contratações pela empresa concessionária do serviço, a CWF.

Atualmente, 18 monitores estão em atividade e a previsão é que sejam contratados mais quatro, permitindo também a ampliação do número de vagas de estacionamento na área central da cidade. A empresa CWF também prevê a ampliação do número de vagas de estacionamento, provavelmente já atingindo, este mês, as 700 que estão autorizadas em lei municipal.

Sistema de cotas dos freeshops deve ser concluído até o final do ano

O secretário de Aduana da Receita Federal, Ernani Argolo, confirmou nessa semana que até o fim do ano deve estar concluído o sistema de controle da cota de compras em freeshops do lado brasileiro.

O modelo é necessário para que seja regulamentada a lei que permite a instalação de comércio livre de impostos nas cidades fronteiriças onde esse modelo de comercialização já existe. Com isso, a análise que pode autorizar os estabelecimentos fica para o ano que vem.

A regulamentação da lei é aguardada desde o fim de 2012, quando o projeto foi aprovado no Congresso Nacional e sancionado pela Presidência da República.

No Rio Grande do Sul, além de Santana do Livramento, mais nove cidades estão contempladas pela lei: Chuí, Jaguarão, Porto Xavier, Aceguá, Barra do Quaraí, Itaqui, Quaraí, São Borja e Uruguaiana. Também ficou acertado que, em 16 de outubro, em Foz do Iguaçu, no Paraná, um encontro com técnicos da Receita Federal e de representantes de 26 municípios contemplados pela lei em todo o País vai ser realizado para que sejam anunciados os detalhes finais do processo de controle de cota.

O sistema informatizado e integrado com lojistas deve impedir que estrangeiros comprem mais do que permite a legislação.

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