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Bancos em São Borja entram em greve

Em Assembleia na tarde de segunda-feira (5) os bancários de São Borja decidiram aderir a paralisação. No momento, o banco HSBC e a Caixa Econômica Federal são as instituições que estão com as atividades paralisadas.

De acordo com o Presidente do Sindicato dos Bancários, Jânio de Brum, o próximo passo é buscar a adesão dos trabalhadores das outras instituições. Na semana passada os bancários rejeitaram a oferta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban).

Eles pedem um reajuste de 16% e a Fenaban ofereceu aumento de 5,5%, frente a uma inflação de 9,88%.

Sindicato dos Bancários realiza nova assembleia

Acontece nesta segunda-feira (5), a partir das 18h, uma nova assembleia do Sindicato dos Bancários de São Borja. Na semana passada os profissionais rejeitaram a proposta apresentada pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban).

Foi oferecido um reajuste de 5,5%, frente a uma inflação de 9,88%. Os trabalhadores estão pedindo 16% de aumento. De acordo com o Presidente do Sindicato dos Bancários da região, Jânio de Brum, estiveram presentes na assembleia 34 filiados, representando os 160 servidores de São Borja, Itaqui e Maçambará.

Os bancários estão em estado de greve e nesta segunda-feira realizam nova reunião para discutir a situação. O estado de greve é uma situação que é aprovada pelos trabalhadores alertando aos responsáveis que a qualquer momento poderão deflagrar a greve.

Postos já reajustaram valor do combustível

A determinação da suba do combustível começou a vigorar na quarta-feira em todo o País. Hoje, os postos já ajustaram seus preços.

Em São Borja, ontem pela manhã, o produto ainda estava sendo comercializado sem o aumento, isso porque os caminhões das distribuidoras, responsáveis pelo abastecimento na cidade, ainda não haviam chegado para repor o combustível e determinar o novo valor.

O reajuste foi de aproximadamente R$ 0,20 por litro. Novamente, fizemos uma pesquisa e agora, a gasolina comum está custando R$ 3,64 a R$ 3,69. Na aditivada o consumidor vai pagar de R$ 3,69 a R$ 3,75. E no diesel comum o valor fica entre R$ 2,86 a R$ 2,97.

Valor do combustível ainda não foi reajustado em São Borja

Os gaúchos foram surpreendidos na manhã desta quarta-feira (30) com o reajuste de 6% na gasolina e 4% no diesel. O comunicado sobre o aumento foi divulgado na noite de terça-feira.

Como o preço nas bombas é livre o valor sofre alteração a partir do momento que chega aos postos. Em função disso, em São Borja, ainda é possível adquirir o combustível pelo preço antigo.

Fizemos uma pesquisa e apenas um posto reajustou o valor. Com o aumento, o litro da gasolina comum chegou a R$ 3,52, a aditivada R$ 3,56 e o diesel a 2,79.

Os postos que ainda não reajustaram seus preços alegam que a mudança depende da distribuidora e devido ao estoque nas bombas isso deve acontecer na quinta-feira.

Hoje, o valor do litro da gasolina comum varia de R$3,42 a R$ 3,49. Aditivada entre R$ 3,44 a R$ 3,54 e diesel de R$ 2,77 a R$ 2,92.

Crise prejudica construção das obras do Programa Minha Casa, Minha Vida, em São Borja

A atual fase de crise e corte de verbas do Governo Federal vem desacelerando as obras de construção de 12 habitações rurais em São Borja, pelo programa Minha Casa Minha Vida.

Três recursos já foram liberados e agora falta à verba que corresponde à etapa final das moradias. O Sindicato dos Trabalhadores Rurais acompanha o processo de financiamento e, de acordo com o presidente da entidade, Vanderli Almeida, o término das obras está assegurado.

Serão liberados 28,5 mil para cada unidade habitacional, cabendo às famílias beneficiadas garantir o serviço de mão de obra.

Extintor de incêndio em carros não será mais obrigatório

O uso de extintor de incêndio em automóveis passa a ser optativo no Brasil. A decisão foi tomada por unanimidade dos membros do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) durante reunião nesta quinta-feira (17) - ou seja, duas semanas antes de esgotar o prazo para que se tornasse obrigatório o extintor ABC.

A partir de agora, o equipamento será obrigatório apenas aos veículos utilizados comercialmente para transporte de passageiros, como caminhão, caminhão-trator, micro-ônibus, ônibus e destinados ao transporte de produtos inflamáveis, líquidos e gasosos.

Os agentes de trânsito deverão fiscalizar os extintores nos veículos em que seu uso é obrigatório. A punição para quem não estiver com extintor ou se estiver com validade vencida, é de multa de R$ 127,69, além de cinco pontos na carteira de habilitação.

Segundo o presidente do Contran e diretor do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), Alberto Angerami, a prorrogação da data para a obrigatoriedade do extintor ABC para 1º de outubro teve como objetivo dar prazo para reuniões com os setores envolvidos. "Tivemos encontros com representantes dos fabricantes de extintores, Corpo de Bombeiros e da indústria automobilística, que resultaram na decisão de tornar opcional o uso do extintor", explicou Angerami.

Motivos para a extinção do uso

Dos fabricantes, o Denatran, órgão do Ministério das Cidades, ouviu que era necessário um prazo maior, cerca de três a quatro anos, para atender a demanda. Porém, segundo o presidente do Contran, essa justificativa já estava sendo dada pelas indústrias há 11 anos.

A Associação Brasileira de Engenharia Automotiva, informou que dos 2 milhões de sinistros em veículos cobertos por seguros, 800 tiveram incêndio como causa. Desse total, apenas 24 informaram que usaram o extintor, equivalente a 3%. Estudos e pesquisas realizadas pelo Denatran constataram que as inovações tecnológicas introduzidas nos veículos resultaram em maior segurança contra incêndio.

Entre as quais, o corte automático de combustível em caso de colisão, localização do tanque de combustível fora do habitáculo dos passageiros, flamabilidade de materiais e revestimentos, entre outras.

A obrigatoriedade do uso do equipamento foi estabelecida no Brasil em 1968 e passou a vigorar em 1970. O uso obrigatório é mais comum nos países da América do Sul, como Uruguai, Argentina e Chile.

Nos Estados Unidos e na maioria das nações europeias não existe a obrigatoriedade, pois as autoridades consideram a falta de treinamento e despreparo dos motoristas para o manuseio do extintor geram mais risco de danos à pessoa do que o próprio incêndio.

Fonte: Rádio Gaúcha

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