Extintor de incêndio em carros não será mais obrigatório

O uso de extintor de incêndio em automóveis passa a ser optativo no Brasil. A decisão foi tomada por unanimidade dos membros do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) durante reunião nesta quinta-feira (17) - ou seja, duas semanas antes de esgotar o prazo para que se tornasse obrigatório o extintor ABC.

A partir de agora, o equipamento será obrigatório apenas aos veículos utilizados comercialmente para transporte de passageiros, como caminhão, caminhão-trator, micro-ônibus, ônibus e destinados ao transporte de produtos inflamáveis, líquidos e gasosos.

Os agentes de trânsito deverão fiscalizar os extintores nos veículos em que seu uso é obrigatório. A punição para quem não estiver com extintor ou se estiver com validade vencida, é de multa de R$ 127,69, além de cinco pontos na carteira de habilitação.

Segundo o presidente do Contran e diretor do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), Alberto Angerami, a prorrogação da data para a obrigatoriedade do extintor ABC para 1º de outubro teve como objetivo dar prazo para reuniões com os setores envolvidos. "Tivemos encontros com representantes dos fabricantes de extintores, Corpo de Bombeiros e da indústria automobilística, que resultaram na decisão de tornar opcional o uso do extintor", explicou Angerami.

Motivos para a extinção do uso

Dos fabricantes, o Denatran, órgão do Ministério das Cidades, ouviu que era necessário um prazo maior, cerca de três a quatro anos, para atender a demanda. Porém, segundo o presidente do Contran, essa justificativa já estava sendo dada pelas indústrias há 11 anos.

A Associação Brasileira de Engenharia Automotiva, informou que dos 2 milhões de sinistros em veículos cobertos por seguros, 800 tiveram incêndio como causa. Desse total, apenas 24 informaram que usaram o extintor, equivalente a 3%. Estudos e pesquisas realizadas pelo Denatran constataram que as inovações tecnológicas introduzidas nos veículos resultaram em maior segurança contra incêndio.

Entre as quais, o corte automático de combustível em caso de colisão, localização do tanque de combustível fora do habitáculo dos passageiros, flamabilidade de materiais e revestimentos, entre outras.

A obrigatoriedade do uso do equipamento foi estabelecida no Brasil em 1968 e passou a vigorar em 1970. O uso obrigatório é mais comum nos países da América do Sul, como Uruguai, Argentina e Chile.

Nos Estados Unidos e na maioria das nações europeias não existe a obrigatoriedade, pois as autoridades consideram a falta de treinamento e despreparo dos motoristas para o manuseio do extintor geram mais risco de danos à pessoa do que o próprio incêndio.

Fonte: Rádio Gaúcha

Preço da passagem de ônibus para Capital sobe mais de R$ 15

Foi aprovado no último dia 28 de agosto, pela Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados (Agergs), o reajuste de 10,43%, em 1,7 mil linhas de ônibus intermunicipais a longo curso.

Em São Borja, de acordo com a estação rodoviária, a suba vale para as empresas Ouro e Prata, Planalto, Real, Reunidas, São João e São Pedro.

O aumento está valendo desde à tarde de quarta-feira. Fizemos um levantamento e os preços para os destinos mais procurados estão assim:

Planalto Semidireto – São Borja x Porto Alegre R$ 146,05

Planalto Executivo – São Borja x Porto Alegre R$ 188,15

Planalto Semidireto – São Borja x Santa Maria R$ 75,30

Ouro e Prata Leito - São Borja x Porto Alegre R$ 231,00

São Pedro Semidireto – São Borja x Santa Maria R$ 75,30

Habilitação de pescadores artesanais acontece até o final de setembro

Os mais de 200 pescadores artesanais têm até o final de setembro para realizar a habilitação e ter direito ao seguro defeso já no mês de outubro.

A partir de agora, o procedimento deixa de ser feito pelo Ministério do Trabalho e Emprego e passa a ser de responsabilidade do Ministério da Previdência, através do INSS.

A unidade local do instituto definiu de 14 a 18, deste mês, o credenciamento dos 84 pescadores filiados à associação no município. Já os 133 pescadores ligados à Colônia Z-21 serão habilitados ao longo da segunda quinzena, mediante a agendamento já acertado com o INSS.

Passam a ser exigidos menos documentos sobre as embarcações dos pescadores, sendo necessário uma atualização, principalmente, de documentação pessoal e profissional. O seguro defeso, correspondente a um salário mínimo mensal, que será pago de outubro a janeiro, durante a piracema, época destinada à reprodução dos peixes.

O presidente da Colônia Z-21, Edson Fraga, avalia que não é bom o momento para a prática da pesca artesanal na Bacia do Rio Uruguai uma vez que já começaram a faltar espécies com pesca permitida, como traíra, jundiá, pati, bagre e piava.

Quanto à pesca de dourado e surubi, suspensa desde 2002, o consenso entre os pescadores é que há anos já pode ser novamente liberada, mas isso depende do governo estadual.

Gás de cozinha está custando R$ 60 em São Borja

O preço do gás liquefeito de petróleo para uso residencial, envasado em botijões de até 13 kg, foi reajustado na terça-feira (1).

O aumento de 15% foi o primeiro desde 2002, segundo a Petrobras. A maioria das distribuidoras, em São Borja, aguarda o posicionamento oficial das prestadoras do serviço para elevar os preços.

O valor ainda não foi reajustado em todos os estabelecimentos e ainda é possível encontrar o botijão a R$ 48. As empresas que já elevaram a taxa informaram que o produto está custando entre R$ 58 e R$ 60.

Aposentados e pensionistas da prefeitura precisam atualizar cadastro

Os mais de 400 aposentados e pensionistas da prefeitura de São Borja precisam atualizar as suas informações.

Eles devem comparecer ao departamento do fundo previdenciário, junto à secretaria da Administração e Fazenda, para assinar um atestado de vida e conferir os dados do sistema cadastral.

Quem não comparecer corre o risco de ter suspenso o pagamento da aposentadoria ou pensão.

Dissídio dos comerciários ainda não foi definido

Os comerciários de São Borja vivem um momento preocupante em relação ao dissídio coletivo anual. A data-base para a correção do salário era março, mas até agora nada foi definido.

O Sindicato Patronal do Sindilojas sugere um aumento de 16% em relação ao piso de R$ 914, que havia sido fixado no ano passado. Esse índice, abrangendo a reposição da inflação é o mesmo aplicado como reajuste ao salário mínimo regional, questão que está sendo discutida na Justiça.

Fecomércio e Sindilojas estariam esperando decisão do Judiciário para avançar as negociações com os comerciários. Em São Borja, cerca 1,2 mil trabalhadores integram a categoria.

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