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Inspetoria Agropecuária reforça alerta para doenças em rebanhos

A Inspetoria de Defesa Agropecuária continua realizando alerta para ampliação dos cuidados preventivos com doenças como Brucelose e Tuberculose. Agora, quem realiza os exames para detecção desses problemas são veterinários contratos pelos proprietários dos animais, e não mais a Inspetoria.

Depois de realizados os exames, os resultados são encaminhados à autoridade sanitária, para atualização de guias. Em São Borja, em torno de seis médicos veterinários estão autorizados a realizarem os exames. Segundo a Inspetoria Veterinária, esse número de profissionais pode se tornar pequeno, caso aconteça uma adesão em massa dos criadores.

Se os animais forem infectados com essas doenças, o trânsito e comercialização para reprodução não podem ser realizados. Fica permitido apenas o abatimento através de frigoríficos, para preparação do consumo da carne. A propriedade também fica lacrada, até sair à confirmação que não existem mais casos das doenças no rebanho.

Gasolina já aumentou em São Borja

O aumento dos combustíveis está valendo desde o dia 1º de Fevereiro. A correção de tributos do Governo Federal havia estipulado um reajuste de R$ 0,22 ao valor do litro da gasolina, no Rio Grande do Sul, porém alguns postos excederam a suba resultando em um acréscimo de até R$ 0,40 por litro. Em São Borja, com o reajuste, o valor do litro está custando entre R$ 3,45 e R$3,55, ou seja, de R$ 0,30 a R$ 0,40 a mais do que o estabelecido.

A Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor do Rio Grande do Sul (Procon/RS) vai recomendar que todos os postos de combustíveis do estado reajustem seus valores em R$ 0,22, conforme anunciado pelo governo. Já o Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis e Lubrificantes no Rio Grande do Sul (Sulpetro) alega que o aumento corresponde às refinarias e que a gasolina vendida ao consumidor tem reflexo nos novos valores da energia elétrica, transporte e salários de trabalhadores de acordo com mínimo regional.

Se os preços não baixarem, os donos de postos podem ser autuados e pagar multas, de acordo com a previsão do Código de Defesa do Consumidor.

Açougues, mercados e abatedouros recebem informações sobre novo sistema de fiscalização

Novos procedimentos serão utilizados pelo Sistema de Inspeção Municipal. Uma reunião com proprietários de açougues, mercados e abatedouros foi realizada na prefeitura.

Foram discutidas questões como o transporte de animais e o prazo de utilização da Guia de Trânsito de Animal (GTA), que será de três dias, para que o animal saia da propriedade até o Matadouro.

Também foi destacada a obrigatoriedade da carne ter uma embalagem que informa data de fabricação e validade, além de outras medidas que serão exigidas em 2015.

Segundo secretário de Desenvolvimento Rural, Lair Fontella, a previsão é que em 90 dias todas as situações estejam regularizadas.

Crise na Fronteira: Receita Federal afirma que fiscalização está correta

Os problemas que estão sendo enfrentados pela Mercovia continuam sendo repercutidos na cidade. Uma equipe da Receita Federal realizou reunião com todas as unidades do setor de aduaneiro para debater a situação.

O rigor na fiscalização é apontado pela empresa concessionária do serviço como principal fator para diminuição do movimento na fronteira entre São Borja e Santo Tomé.

Segundo alegação da Mercovia, somente nos 12 primeiros dias do ano, o movimento caiu 40%. Isso pode estar colocando em risco 250 empregos. O principal problema apontado é a lei 13.043, de novembro de 2014, que prevê aplicação de multas quando não há descrição completa da mercadoria na nota fiscal. O empecilho é que a maioria das empresas tem seus sistemas em outros países, com regras diferentes de nomeação de produtos, que quando chegam à fronteira são barrados.

Para debater esta situação e obter mais informações, a Receita Federal local realizou videoconferência com representantes de Santana do Livramento, Uruguaiana, Chuí, Jaguarão, Bagé, Rio Grande entre outros locais. O encontro foi convocado pela Divisão de Administração Aduaneira.

O auditor da Receita de São Borja, André Taroncher, informa que a lei é aplicada da mesma forma em todas as aduanas. A principal atribuição para a diminuição do movimento no Centro Unificado de Fronteira (CUF) é devido à dependência da cidade do setor automotivo, se comparado aos outros locais.

Somente no ano passado foram registradas 160 demissões no CUF. Para debater a situação, uma reunião será realizada na segunda-feira (19) entre Associação Comercial Industrial de São Borja (Acisb), Câmara de Vereadores e Prefeitura Municipal. O encontro vai acontecer às 17hs.

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