Câmara Binacional se reuniu nesse início de semana

A Câmara Binacional São Borja (Brasil) – Santo Tomé (Argentina), que une os dois municípios vizinhos para discutir e buscar soluções para os problemas fronteiriços, realizou reunião de trabalho nesta segunda-feira (05/10), na Câmara de Vereadores de São Borja.

Na ocasião, estiveram em pauta assuntos como a construção da Barragem Garabi/Panambi, a regulamentação de acordo provincial, o tráfego local, a insegurança e o consumo de drogas, além da proposta de integrar nas reuniões e nas atividades da Câmara Binacional representantes dos poderes Executivos, e outras entidades de São Borja e Santo Tomé.

Após o debate ficou acertado que é de interesse da Câmara Binacional que avance o projeto de construção do complexo hidrelétrico Garabi-Panambi, em razão da expectativa de crescimento e desenvolvimento econômico e a necessidade de energia para o Brasil e a Argentina.

No entanto, a Câmara Binacional acredita que para a construção e instalação do complexo hidrelétrico devem ser, prioritariamente, discutidos e debatidos os interesses locais, por exemplo, não é possível ser instalada uma hidrelétrica na região e os municípios ao redor padecerem de falta de energia.

Ainda, devem ser preservados os aspectos ambientais, com a mínima intervenção possível, especialmente pela importância do Rio Uruguai. Outra decisão tomada na reunião foi a de solicitar urgência para a regulamentação do "Acordo entre Brasil e Argentina sobre Localidades Fronteiriças Vinculadas", firmado em novembro de 2005 e aprovado pelo Congresso Nacional em 2011.

Esse acordo permitirá aos brasileiros e argentinos residentes na fronteira o livre acesso entre as cidades sem a necessidade de enfrentar filas ou outros empecilhos que possam dificultar a circulação de ambos os lados. A Câmara Binacional acredita que, com o passe aberto na fronteira, o turismo, a economia e a integração serão dinamizados, além de contribuir com o desenvolvimento social e econômico das comunidades.

Quanto ao tráfego local, persiste o problema da falta de um ônibus que faça a linha São Borja-Santo Tomé. Segundo informações, o governo argentino abriu licitação para a prestação desse serviço, no entanto, não houveram empresas interessadas.

Foi proposto também a criação de um passe livre para estudantes brasileiros que cursam faculdade em Santo Tomé e alunos argentinos que queiram estudar em São Borja. Assim, os estudantes poderiam obter gratuidade ou pagar apenas parte do pedágio em dias úteis. O gerente geral da empresa que administra a Ponte, José Luiz Vazzoler, explicou que, por enquanto, isso é inviável pois existe um contrato de concessão que determina o valor das tarifas e para modificar essa contrato existe um tramite legal e burocrático, passando inclusive pela aprovação do Senado dos dois países.

Este contrato se encerra em oito anos e na próxima negociação essa medida já pode ser prevista. O encontro da Câmara Binacional também debateu a insegurança e o consumo de drogas na fronteira. Foi acertada a realização de um seminário em conjunto para discutir a entrada de drogas nas cidades e as políticas públicas que podem ser implantadas para combater o problema.

Ao final da reunião foi proposto um calendário para que a cada dois meses, sejam realizadas as reuniões conjuntas, iniciando no dia 30 de novembro.

Continua a greve dos bancários em São Borja

Em Assembleia na tarde de segunda-feira (5) os bancários de São Borja decidiram aderir a paralisação. No momento, o banco HSBC e a Caixa Econômica Federal são as instituições que estão com as atividades paralisadas e o Banco Itaú encontram-se com atividades funcionando parcialmente.

De acordo com o Presidente do Sindicato dos Bancários, Jânio de Brum, o próximo passo é buscar a adesão dos trabalhadores das outras instituições.

Em outros bancos da cidade, a população pode observar faixas indicando paralisação, apesar disso, os bancos afirmam que elas foram colocadas por outras pessoas e que os bancos atendem normalmente a população.

Na semana passada os bancários rejeitaram a oferta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban). Eles pedem um reajuste de 16% e a Fenaban ofereceu aumento de 5,5%, frente a uma inflação de 9,88%.

Bancos em São Borja entram em greve

Em Assembleia na tarde de segunda-feira (5) os bancários de São Borja decidiram aderir a paralisação. No momento, o banco HSBC e a Caixa Econômica Federal são as instituições que estão com as atividades paralisadas.

De acordo com o Presidente do Sindicato dos Bancários, Jânio de Brum, o próximo passo é buscar a adesão dos trabalhadores das outras instituições. Na semana passada os bancários rejeitaram a oferta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban).

Eles pedem um reajuste de 16% e a Fenaban ofereceu aumento de 5,5%, frente a uma inflação de 9,88%.

Sindicato dos Bancários realiza nova assembleia

Acontece nesta segunda-feira (5), a partir das 18h, uma nova assembleia do Sindicato dos Bancários de São Borja. Na semana passada os profissionais rejeitaram a proposta apresentada pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban).

Foi oferecido um reajuste de 5,5%, frente a uma inflação de 9,88%. Os trabalhadores estão pedindo 16% de aumento. De acordo com o Presidente do Sindicato dos Bancários da região, Jânio de Brum, estiveram presentes na assembleia 34 filiados, representando os 160 servidores de São Borja, Itaqui e Maçambará.

Os bancários estão em estado de greve e nesta segunda-feira realizam nova reunião para discutir a situação. O estado de greve é uma situação que é aprovada pelos trabalhadores alertando aos responsáveis que a qualquer momento poderão deflagrar a greve.

Postos já reajustaram valor do combustível

A determinação da suba do combustível começou a vigorar na quarta-feira em todo o País. Hoje, os postos já ajustaram seus preços.

Em São Borja, ontem pela manhã, o produto ainda estava sendo comercializado sem o aumento, isso porque os caminhões das distribuidoras, responsáveis pelo abastecimento na cidade, ainda não haviam chegado para repor o combustível e determinar o novo valor.

O reajuste foi de aproximadamente R$ 0,20 por litro. Novamente, fizemos uma pesquisa e agora, a gasolina comum está custando R$ 3,64 a R$ 3,69. Na aditivada o consumidor vai pagar de R$ 3,69 a R$ 3,75. E no diesel comum o valor fica entre R$ 2,86 a R$ 2,97.

Valor do combustível ainda não foi reajustado em São Borja

Os gaúchos foram surpreendidos na manhã desta quarta-feira (30) com o reajuste de 6% na gasolina e 4% no diesel. O comunicado sobre o aumento foi divulgado na noite de terça-feira.

Como o preço nas bombas é livre o valor sofre alteração a partir do momento que chega aos postos. Em função disso, em São Borja, ainda é possível adquirir o combustível pelo preço antigo.

Fizemos uma pesquisa e apenas um posto reajustou o valor. Com o aumento, o litro da gasolina comum chegou a R$ 3,52, a aditivada R$ 3,56 e o diesel a 2,79.

Os postos que ainda não reajustaram seus preços alegam que a mudança depende da distribuidora e devido ao estoque nas bombas isso deve acontecer na quinta-feira.

Hoje, o valor do litro da gasolina comum varia de R$3,42 a R$ 3,49. Aditivada entre R$ 3,44 a R$ 3,54 e diesel de R$ 2,77 a R$ 2,92.

Expediente

Andres Editora Jornalística Ltda.
Rua General Osório, 2341/Sala 1 - Centro São Borja,RS - 97670-000

Fones: (55)3431-1100 / 3431-2394
Email: [email protected]

assinatura