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Após regulamentação, Free Shops já poderão funcionar em São Borja

Após a informação de que os Free Shops serão finalmente regulamentados, em São Borja, aumenta a expectativa para o funcionamento das lojas francas. A lei que permite o funcionamento já está autorizada e a assinatura aconteceu no inicio desse ano.

O projeto foi aprovado pela Câmara de Vereadores, após ampla discussão, inclusive com a realização de algumas audiências públicas. O projeto aprova a instalação dos Free Shops em duas áreas de zoneamento, que seguem o plano diretor do município.

As lojas de Free Shops são isentas de tributos, chegando ao consumidor com mercadorias com preços menores do que os de mercado. Porém apenas turistas podem comprar nas lojas francas, tendo como limite a cota mensal de trezentos dólares.

Na cidade serão duas áreas comerciais, A Zona Comercial 01 que compreende a área central da cidade, onde concentra a maioria do comércio. Já a Zona Comercial 02, compreende os corredores principais e vias de acesso, locais como o bairro do Passo e também proximidade da Rodoviária.

Regulamentação dos Free Shops deverá sair no próximo mês

O subsecretário de Aduana e Relações Internacionais da Receita Federal, Ernani Argolo Checcucci Filho, confirmou que o órgão trabalha nos preparativos finais de implantação das lojas francas nas cidades brasileiras de fronteira. Regulamentação é aguardada com expectativa.

Checcucci falou com a imprensa após a solenidade de lançamento da Frente Parlamentar Mista de Combate ao Contrabando e à Falsificação. Segundo ele, uma normativa final será editada até o final de junho, concluindo o processo de regulamentação dos free shops.

As lojas francas nacionais funcionarão nas chamadas cidades-gêmeas, municípios brasileiros que fazem fronteira com os países vizinhos. Serão estabelecimentos previamente habilitados que poderão vender mercadorias importadas ou nacionais com suspensão tributária.

Todo o brasileiro em viagem poderá comprar estes produtos a cada 30 dias e as compras não poderão ultrapassar a cota de 300 dólares no lado brasileiro.

Considerando o limite de 150 dólares nas lojas francas do lado argentino, uruguaio e paraguaio, a cota total para nossos consumidores será de 450 dólares. O valor que exceder deverá pagar imposto.

São Borja é dos municípios que vai receber a instalação dos free shops.

Dia das Mães movimentou o comércio de São Borja

O movimento no comércio, especialmente na sexta e sábado, foi considerado positivo em São Borja. Clima não atrapalhou as vendas.

Apesar da chuva no sábado, muitas pessoas compareceram as lojas da cidade em busca de um presente para o Dia das Mães. O presidente da Acisb, Pedro Quoos, diz que hoje ainda não é possível divulgar números das vendas, porque os dados estão sendo contabilizados.

Os dados oficiais serão publicados a partir da terça-feira (12). O Dia das Mães é considerada a segunda melhor data de vendas do comércio.

Atendimento de farmácia 24 horas completa um mês e prejuízos já são contabilizados

Completou um mês na quarta-feira (06) a autorização para o atendimento 24 horas de farmácias em São Borja. Empresa que está realizando o serviço já contabiliza prejuízos.

De acordo com o gerente da farmácia São João, Denilson Delenogare, nesse tempo, não aconteceu nenhum problema relacionado à segurança do estabelecimento no período da noite. Apesar disso ele afirma que a segurança é pouca na região.

Nos primeiros dias do plantão dois profissionais ficavam na farmácia, fato que precisou ser revisto. Atualmente apenas um farmacêutico se mantém no local. As vendas estão baixas e acontecem especialmente entre a meia noite a uma da manhã.

Após esse horário, até às seis da manhã, há um período de cinco horas em que praticamente não são realizadas vendas.No final de semana, apesar de aumentar o número de pessoas circulando na madrugada, não se observa um maior movimento.

De acordo com o gerente, as vendas não pagam os custos para manter aberto o estabelecimento durante a madrugada.

Inspetoria Agropecuária reforça alerta para doenças em rebanhos

A Inspetoria de Defesa Agropecuária continua realizando alerta para ampliação dos cuidados preventivos com doenças como Brucelose e Tuberculose. Agora, quem realiza os exames para detecção desses problemas são veterinários contratos pelos proprietários dos animais, e não mais a Inspetoria.

Depois de realizados os exames, os resultados são encaminhados à autoridade sanitária, para atualização de guias. Em São Borja, em torno de seis médicos veterinários estão autorizados a realizarem os exames. Segundo a Inspetoria Veterinária, esse número de profissionais pode se tornar pequeno, caso aconteça uma adesão em massa dos criadores.

Se os animais forem infectados com essas doenças, o trânsito e comercialização para reprodução não podem ser realizados. Fica permitido apenas o abatimento através de frigoríficos, para preparação do consumo da carne. A propriedade também fica lacrada, até sair à confirmação que não existem mais casos das doenças no rebanho.

Gasolina já aumentou em São Borja

O aumento dos combustíveis está valendo desde o dia 1º de Fevereiro. A correção de tributos do Governo Federal havia estipulado um reajuste de R$ 0,22 ao valor do litro da gasolina, no Rio Grande do Sul, porém alguns postos excederam a suba resultando em um acréscimo de até R$ 0,40 por litro. Em São Borja, com o reajuste, o valor do litro está custando entre R$ 3,45 e R$3,55, ou seja, de R$ 0,30 a R$ 0,40 a mais do que o estabelecido.

A Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor do Rio Grande do Sul (Procon/RS) vai recomendar que todos os postos de combustíveis do estado reajustem seus valores em R$ 0,22, conforme anunciado pelo governo. Já o Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis e Lubrificantes no Rio Grande do Sul (Sulpetro) alega que o aumento corresponde às refinarias e que a gasolina vendida ao consumidor tem reflexo nos novos valores da energia elétrica, transporte e salários de trabalhadores de acordo com mínimo regional.

Se os preços não baixarem, os donos de postos podem ser autuados e pagar multas, de acordo com a previsão do Código de Defesa do Consumidor.

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