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Segundo Sine, 363 pedidos de seguro-desemprego foram apresentados em São Borja

De 1° de janeiro a 15 de março deste ano, 363 pedidos de seguro-desemprego foram apresentados em São Borja através da Fundação Gaúcha do Trabalho e Ação Social (FGTAS/Sine). Apesar da recessão econômica e do aumento no nível de desemprego, o número de pedidos de seguro é menor do que os 418 registrados no mesmo período do ano passado.

O motivo apontado para essa diminuição é a mudança de regras pelo Ministério do Trabalho e Emprego. De acordo com essas determinações, aprovadas no final do ano passado, são mais rigorosos os critérios e menores as chances do trabalhador garantir o benefício.

As unidades do FGTAS/Sine passaram a facilitar os atendimentos, mediante agendamentos. Isso vale inclusive para agência de São Borja e abrange encaminhamentos relacionados ao seguro-desemprego.

Os agendamentos devem ser feitos através do site da Fundação, mediante a informação do nome, CPF e telefone do interessado. Na data e horário marcados, é necessário comparecer à unidade da FGTAS, com toda a documentação necessária no caso de encaminhamento de seguro-desemprego.
Em São Borja, em função da demanda menor que em grandes centros, o agendamento tanto pode ser feito via internet ou diretamente na unidade da FGTAS/Sine. Números divulgados e relativos ao período de novembro a fevereiro mostram que 30.649 atendimentos foram prestados no Rio Grande do sul.

Apesar da crise, vagas de emprego estão sendo criadas em São Borja

Na contramão da crise econômica no país, vagas de emprego estão sendo abertas em São Borja através da unidade local da Fundação Gaúcha do Trabalho e Ação Social (FGTAS/Sine). Nos primeiros 15 dias de março, 27 vagas foram preenchidas, principalmente na área do comércio.

A maior demanda foi para as funções de vendedor e caixa de loja, com sete oportunidades em cada caso. Outras vagas estão abertas nos mesmos segmentos de atividade, segundo lista que pode ser conferida diretamente no Sine.

São cerca de sete mil trabalhadores registrados no banco de cadastro da unidade local do FGTAS/Sine. Desses candidatos a empregos, boa parcela tem conseguido ocupação, havendo, porém, rotatividade.

O cadastro dá o perfil do trabalhador, com destaque para o nível de preparo profissional, havendo também um cadastro das empresas empregadoras e suas demandas.

Telefonia lidera as reclamação no Procon de São Borja

As telefonias móveis e fixas continuam liderando reclamações no Procon de São Borja. Além disso, produtos que são enviados para garantia e não retornam no tempo correto, também estão no topo da lista.

De acordo com a coordenadora do Procon na cidade, Analuísa Teixeira, na telefonia móvel, as maiores reclamações são de serviços interativos, como promoções, que são cadastrados sem autorização do consumidor. Em muitos casos "a operadora cadastra promoções e não comunica o cliente. Quando saldo é colocado, os créditos acabam sumindo devido a esses produtos, gerando reclamação dos usuários".

Na maioria das vezes, segundo Analuísa, os clientes são idosos que acabam aceitando as promoções sem ter ciência do ato. Para essas situações, o Procon possuí uma linha direta com a operadoras, onde a maioria dos casos podem ser resolvidos.

Em relação aos prazos de devolução quando produtos são enviados para a garantia, a coordenadora do Procon diz que algumas empresas não cumprem o período de 30 dias para devolver os objetos aos consumidores. Quando isso acontece "uma notificação é realizada, gerando um prazo de dez dias para as empresas se posicionarem sobre o assunto. Na maioria das vezes, um novo produto é entregue ao consumidor".

Em média, são atendidas dez pessoas por dia no Procon de São Borja. O atendimento é realizado de segunda à sexta, das 07hs ás 13hs. O escritório fica localizado na Rua Cândido Falcão, 1001, no prédio onde antes funcionava a delegacia da Polícia Civil.

Proposta de aumento salarial é apresentada pelo Sindicato dos Comerciários

O Sindicato dos Comerciários em São Borja já protocolou no Sindilojas proposta visando à negociação do Dissídio Coletivo de 2016, considerando a data/base no mês de março. O pedido é de uma reposição de 15% em relação ao piso salarial atual, que é de R$ 1.053, o que significaria aumento real, além da reposição da inflação.

Entretanto também é utilizado como parâmetro de negociação a correção para o salário mínimo regional, e esta ficou em 9,6%, abaixo da variação inflacionária. A direção do Sindilojas ainda não convocou para reunião, mas o objetivo é realizar acerto cedo mais rápido do que no ano passado, quando o dissídio somente foi acordado no final de 2015.

No elenco de pedidos apresentados ao sindicato patronal são mantidas as chamadas cláusulas sociais, entre elas auxílio creche as mães trabalhadoras e auxílio educação. Em São Borja, atualmente, são cerca de 1.200 os comerciários em atividade.

Confirmado aumento no preço do gás de cozinha

Depois da gasolina e do óleo diesel, no início da semana, agora é anunciado aumento para o gás de cozinha no Rio Grande do Sul. A razão apontada para a alta, em todos os casos, é a elevação da alíquota de ICMS, a partir de janeiro, pela Secretaria Estadual da Fazenda.

Em São Borja, as revendas de gás admitem aumento a partir das próximas reposições de estoque. A projeção é de que a alta ao consumidor fique entre R$ 0,50 e R$ 2,00 para o botijão de gás de 13 quilos.

Já em relação à gasolina e o diesel, o Procon se mantém vigilante para evitar que possam ocorrer eventuais abusos. O aumento tolerado é de R$ 0,10 no litro da gasolina e de R$ 0,05 no litro do óleo diesel.

Com aluguel atrasado, comerciantes esperam construção do Camelódromo na Praça XV de Novembro

Os profissionais que exercem suas atividades no Camelódromo de São Borja correm o risco de ficarem sem local para trabalhar. Isso porque, de acordo com os comerciantes, o aluguel do prédio está atrasado há seis meses.

Até o ano passado a responsabilidade pelo pagamento do aluguel era da Prefeitura. De acordo com Secretário Municipal de Desenvolvimento Econômico, Antônio Corin, após o executivo apresentar o projeto de construção de um novo camelódromo, a responsabilidade pelo imóvel passou para os comerciantes.

Como o projeto de construção não avançou, alguns dos profissionais se negaram a realizar o pagamento mensal. Com isso, o aluguel acabou atrasando, gerando um impasse na cidade.

Corin informa que a empresa vencedora da primeira licitação acabou abandonando a obra. Devido a isso, um novo processo licitatório precisou ser desenvolvido. No dia 25 de fevereiro, novamente, a licitação para construção do camelódromo foi divulgada, mas nenhuma empresa se interessou pelo projeto.

Agora, precisam ser aguardados cerca de 15 dias para que novamente a licitação seja divulgada. Do projeto inicial, a prefeitura conseguiu uma ampliação dos recursos de R$ 112 para R$ 118 mil.

Para realizar o pagamento do aluguel que está atrasado, o executivo solicitou ao legislativo a utilização de crédito adicional. O projeto foi voltado na última segunda-feira (29) na Câmara de Vereadores e agora a fazenda municipal está autorizada a realizar esse pagamento.

Como previsto no projeto inicial, o Camelódromo será construído na Praça XV de Novembro. Serão instalados de dez boxes de venda, incluindo dois espaços para praça de alimentação.

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