Campanha busca vagas para hospedar argentinos em São Borja

A Mercovia, empresa concessionária e responsável pelos serviços na Ponte da Integração, está realizando uma campanha em São Borja para que mais acomodações possam ser colocadas à disposição dos argentinos que se deslocam ao litoral brasileiro.

O fluxo de turistas está acima da média projetada. O gerente comercial da Mercovia, Alcir Jordani, informa que cerca de 30 mil veranistas de vários pontos da Argentina já realizam o ingresso no Brasil por São Borja.

Somente no último domingo (03), oito mil turistas passaram pelo Centro Unificado de Fronteira. Como resultado dessa grande demanda, faltaram vagas nos hotéis da cidade e região. Municípios como São Luiz Gonzaga, Santo Ângelo e Ijuí tiveram lotação máxima durante o último final de semana. "Cerca de 50 famílias argentinas tiveram de dormir nos próprios carros, no Centro Unificado de Fronteira da ponte", relata Jordani.

Com isso, a Mercovia está realizando uma campanha que tem o objetivo de conseguir novas opções de ocupação em pensões, pousadas ou mesmo em residências que tenham espaços para aluguel temporário.

O próximo grande fluxo é previsto para entre 15 e 17 de janeiro, não apenas de entrada dos argentinos, mas também daqueles que já estarão voltando da temporada de férias.

Os interessados em participar devem entrar em contato pelos telefones (55) 3431-2207 ou (55) 3431-4242.

Comércio registra aumento nas vendas para argentinos

Além dos hotéis que estão com grande movimento, devido ao ingresso de turistas argentinos no Brasil através de São Borja, o comércio já contabiliza resultados positivos com os visitantes.

Os índices de vendas deverão se manter com níveis positivos durante janeiro. O presidente do Sindilojas, Ibrahim Mahmud, calcula que até 10% das vendas no comércio da cidade sejam para argentinos.

Além de alguns turistas, a procura é de moradores da fronteira, que realizam compras em supermercados, lojas de calçados, confecções e eletrodomésticos.

A retirada de imposto de 35% nas compras com cartão no exterior estimula os visitantes, diz Mahmud.

Argentinos lotam hotéis de São Borja

O grande número de argentinos que está ingressando no Brasil através de São Borja acabou resultando em lotação dos hotéis. Muitos turistas não encontraram vagas e precisaram seguir viagem no último final de semana.

Segundo a gerente de um dos hotéis na cidade, Angelita Schifelbeien, essa foi a maior ocupação desde o início de 2015. Assim como viajam em grupos, os veranistas também preferem acomodar toda a família em um mesmo apartamento, o que obriga os hotéis à improvisação.

Já há reservas para a próxima quinzena, segundo Angelita. Outro segmento com incremento significativo de movimento é o dos restaurantes, que registraram fluxo acima da média, principalmente no sábado (02) e domingo (03).

Preço da gasolina já foi reajustado em São Borja

O aumento na alíquota do ICMS, em vigor desde o primeiro dia do ano no Estado, provocou reajuste no litro da gasolina comum e aditivada nos postos de todo o Estado.

Levantamento realizado na manhã de segunda-feira, dia 04, mostra que os postos já fizeram o reajuste em São Borja. O preço da gasolina comum ficou em média R$ 3,98 e a gasolina aditivada, em média R$ 4,03.

Antes da suba o valor médio cobrado era de R$ 3,75. A suba do valor do litro da gasolina se deve por conta da alteração na alíquota do ICMS de 25% para 30% proposta pelo Piratini e aprovada pela Assembleia.

A Agência Nacional do Petróleo (ANP) fez a estimativa de que a alteração no ICMS elevaria o valor do litro de gasolina em até R$ 0,25. O Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis e Lubrificantes do Estado (Sulpetro) estimava um impacto de R$ 0,27.

O presidente do Sulpetro, Adão Oliveira, sustenta que cada comerciante tem liberdade para estipular o preço e repassar ou não a elevação do ICMS aos clientes.

Pondera ainda que, na maior parte dos casos, a parcela de lucro não seria suficiente para absorver o aumento de custo.

Servidores enfrentam problemas em contratar empréstimo para 13º

Apresentado como alternativa pelo governo do Estado para que o funcionalismo público pudesse receber o 13º salário em dezembro, o empréstimo dado pelo Banrisul tem sido negado a diversos servidores nesta terça-feira (15), primeiro dia do prazo para contratação do financiamento.

Na lista de impedidos de receber o crédito estariam pessoas com nome listado no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) ou Serasa, que recebem salário através de outra instituição financeira ou que tenham ação judicial contra o Banrisul.

Aposentado da Brigada Militar há cinco anos, Aristeu Vieira não conseguiu solicitar o valor referente ao 13º salário pela internet. Na tela, apenas o aviso de que o empréstimo não estava disponível para o CPF dele. Quando foi até a agência para entender a dificuldade, foi informado de que não poderia receber porque estava em litígio judicial com o banco.

Foi a mesma justificativa que recebeu a professora aposentada Núbia Moreira Brodbeck, que vive em Florianópolis. Ao chegar a uma agência do Banrisul, na capital catarinense, foi avisada de que não poderia contratar empréstimo porque tinha ações judiciais contra o banco. "Pretendo entrar com um mandado de segurança para ter acesso.

Esse empréstimo não pode ser tratado como um empréstimo pessoal qualquer. Porque não sou eu quem deveria estar contratando, e sim o governo do Estado, que tem o dever de pagar os servidores. Receber o 13º é um direito constitucional", reclama.

Em Palmares do Sul, Neusa Lúcia Rocha dos Santos também foi impedida. A agência exigiu que ela retornasse a conta para o Banrisul para poder receber o crédito. Há mais de 10 anos ela fez a portabilidade para transferir a sua conta do Banrisul para o Banco do Brasil. "Como o banco pode tentar passar por cima de uma lei federal?", questiona, indignada. Procurado, o Banrisul afirmou que irá se manifestar na manhã desta quarta-feira (16).

A Secretaria da Fazenda informou que as exigências feitas aos tomadores de empréstimo são aplicadas por todo o sistema financeiro e não apenas pelo Banrisul e que eventuais comunicados deverão ser feitos pelo banco.

Fonte: Rádio Gaúcha

Envio de cartas fica mais caro a partir de hoje em São Borja

Foi publicado no Diário Oficial da União, desta segunda-feira (14), a tabela dos novos preços dos serviços dos Correios. Entrega de cartas e telegramas terão reajuste de 8,89%.

Conforme o Gerente dos Correios em São Borja, Augusto Perônio, o envio de uma carta não comercial, passará de R$ 0,95 a R$ 1,05.

A carta comercial vai custar R$ 1,50, sem o reajuste o valor era de R$ 1,40. Já a carta social, voltada aos beneficiários do Programa Bolsa Família, permanecerá com a tarifa de R$ 0,01.

O Sedex também vai sofrer alteração, mas por enquanto ainda não foi repassado o valor do reajuste. A correção das tarifas vai ajudar a diminuir o déficit no orçamento da estatal que deve chegar a R$ 2 bilhões até o último dia do ano.

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