Argentinos lotam hotéis de São Borja

O grande número de argentinos que está ingressando no Brasil através de São Borja acabou resultando em lotação dos hotéis. Muitos turistas não encontraram vagas e precisaram seguir viagem no último final de semana.

Segundo a gerente de um dos hotéis na cidade, Angelita Schifelbeien, essa foi a maior ocupação desde o início de 2015. Assim como viajam em grupos, os veranistas também preferem acomodar toda a família em um mesmo apartamento, o que obriga os hotéis à improvisação.

Já há reservas para a próxima quinzena, segundo Angelita. Outro segmento com incremento significativo de movimento é o dos restaurantes, que registraram fluxo acima da média, principalmente no sábado (02) e domingo (03).

Preço da gasolina já foi reajustado em São Borja

O aumento na alíquota do ICMS, em vigor desde o primeiro dia do ano no Estado, provocou reajuste no litro da gasolina comum e aditivada nos postos de todo o Estado.

Levantamento realizado na manhã de segunda-feira, dia 04, mostra que os postos já fizeram o reajuste em São Borja. O preço da gasolina comum ficou em média R$ 3,98 e a gasolina aditivada, em média R$ 4,03.

Antes da suba o valor médio cobrado era de R$ 3,75. A suba do valor do litro da gasolina se deve por conta da alteração na alíquota do ICMS de 25% para 30% proposta pelo Piratini e aprovada pela Assembleia.

A Agência Nacional do Petróleo (ANP) fez a estimativa de que a alteração no ICMS elevaria o valor do litro de gasolina em até R$ 0,25. O Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis e Lubrificantes do Estado (Sulpetro) estimava um impacto de R$ 0,27.

O presidente do Sulpetro, Adão Oliveira, sustenta que cada comerciante tem liberdade para estipular o preço e repassar ou não a elevação do ICMS aos clientes.

Pondera ainda que, na maior parte dos casos, a parcela de lucro não seria suficiente para absorver o aumento de custo.

Servidores enfrentam problemas em contratar empréstimo para 13º

Apresentado como alternativa pelo governo do Estado para que o funcionalismo público pudesse receber o 13º salário em dezembro, o empréstimo dado pelo Banrisul tem sido negado a diversos servidores nesta terça-feira (15), primeiro dia do prazo para contratação do financiamento.

Na lista de impedidos de receber o crédito estariam pessoas com nome listado no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) ou Serasa, que recebem salário através de outra instituição financeira ou que tenham ação judicial contra o Banrisul.

Aposentado da Brigada Militar há cinco anos, Aristeu Vieira não conseguiu solicitar o valor referente ao 13º salário pela internet. Na tela, apenas o aviso de que o empréstimo não estava disponível para o CPF dele. Quando foi até a agência para entender a dificuldade, foi informado de que não poderia receber porque estava em litígio judicial com o banco.

Foi a mesma justificativa que recebeu a professora aposentada Núbia Moreira Brodbeck, que vive em Florianópolis. Ao chegar a uma agência do Banrisul, na capital catarinense, foi avisada de que não poderia contratar empréstimo porque tinha ações judiciais contra o banco. "Pretendo entrar com um mandado de segurança para ter acesso.

Esse empréstimo não pode ser tratado como um empréstimo pessoal qualquer. Porque não sou eu quem deveria estar contratando, e sim o governo do Estado, que tem o dever de pagar os servidores. Receber o 13º é um direito constitucional", reclama.

Em Palmares do Sul, Neusa Lúcia Rocha dos Santos também foi impedida. A agência exigiu que ela retornasse a conta para o Banrisul para poder receber o crédito. Há mais de 10 anos ela fez a portabilidade para transferir a sua conta do Banrisul para o Banco do Brasil. "Como o banco pode tentar passar por cima de uma lei federal?", questiona, indignada. Procurado, o Banrisul afirmou que irá se manifestar na manhã desta quarta-feira (16).

A Secretaria da Fazenda informou que as exigências feitas aos tomadores de empréstimo são aplicadas por todo o sistema financeiro e não apenas pelo Banrisul e que eventuais comunicados deverão ser feitos pelo banco.

Fonte: Rádio Gaúcha

Envio de cartas fica mais caro a partir de hoje em São Borja

Foi publicado no Diário Oficial da União, desta segunda-feira (14), a tabela dos novos preços dos serviços dos Correios. Entrega de cartas e telegramas terão reajuste de 8,89%.

Conforme o Gerente dos Correios em São Borja, Augusto Perônio, o envio de uma carta não comercial, passará de R$ 0,95 a R$ 1,05.

A carta comercial vai custar R$ 1,50, sem o reajuste o valor era de R$ 1,40. Já a carta social, voltada aos beneficiários do Programa Bolsa Família, permanecerá com a tarifa de R$ 0,01.

O Sedex também vai sofrer alteração, mas por enquanto ainda não foi repassado o valor do reajuste. A correção das tarifas vai ajudar a diminuir o déficit no orçamento da estatal que deve chegar a R$ 2 bilhões até o último dia do ano.

Nova tarifa do transporte coletivo é aprovada

Na última sexta-feira (11) o Prefeito Farelo Almeida assinou o decreto com o novo valor do transporte coletivo urbano. A tarifa ficou em R$ 2,50. Após a solicitação da Integração Mobilidade Urbana, a Agência Municipal de Serviços Públicos Delegados de São Borja (AGESB) realizou um estudo, onde a tarifa deveria ser de R$ 2,68.

A pedido do Conselho Municipal de Trânsito, economistas da Unipampa também fizeram uma pesquisa que resultou em um reajuste de R$ 2,70. Em uma audiência pública, na Prefeitura, a comunidade se manifestou contra o aumento. Após, o executivo decidiu reajustar o valor em R$ 2,50.

A empresa

O Diretor da Santa Inês Transportes em São Borja, Vicente Abrantes, disse que entende a decisão, apesar de não concordar.

Abrantes reforça que o pedido de reajuste apresentado e discutido pela AGESB é apenas a correção necessária para a manutenção básica das atividades.

Procura por seguros aumentou em São Borja

O setor de seguros veiculares no Rio Grande do Sul deve fechar o ano com um crescimento de 7% a 8%. Conforme o Sindicato Estadual das Empresas de Seguros Privados, de Capitalização e de Resseguros, existe um aumento na procura devido aos roubos.

Em São Borja, a situação não é diferente e uma das seguradoras da cidade afirma que o aumento na procura pelo serviço foi de 3%. A insegurança também é o principal fator apontado para a elevação.

O setor de seguros veiculares no Rio Grande do Sul deve fechar o ano com um crescimento de 7% a 8%. Conforme o Sindicato Estadual das Empresas de Seguros Privados, de Capitalização e de Resseguros, existe um aumento na procura devido aos roubos.

Em São Borja, a situação não é diferente e uma das seguradoras da cidade afirma que o aumento na procura pelo serviço foi de 3%. A insegurança também é o principal fator apontado para a elevação.

Aumento nos seguros residenciais

Em contra partida, devido aos temporais que aconteceram, neste ano, em São Borja, aumentou significativamente a comercialização de seguros residenciais. De acordo com algumas seguradoras da cidade, esse crescimento chegou a 30%.

Além de cobrir os estragos com vendavais, essas apólices também protegem as residências contra furtos, incêndios, entre outros.

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