Os exames laboratoriais auxiliam no diagnóstico, no acompanhamento e na prevenção de doenças. Saiba mais com especialistas do Laboratório Clinilabor

 

Exames laboratoriais referem-se a um conjunto de exames e testes realizados por encaminhamento do médico responsável e efetuados em laboratórios de análises clínicas, visando um diagnóstico ou, simplesmente, um check-up. Os exames laboratoriais têm diversas finalidades: tratar, diagnosticar, acompanhar paciente, coletar dados epidemiológicos. Porém, a principal função é prevenir doenças. Além de colaborar com o diagnóstico, também desenvolve um papel muito importante dentro da medicina preventiva, considerando que, quando bem realizados, os exames laboratoriais têm colaborado com o diagnóstico e prevenção de diversas patologias.

Os exames médicos de rotina são uma forma de diagnosticar doenças precocemente e a detecção precoce de determinados sinais de uma doença no seu estado inicial pode ser decisiva para que o tratamento seja eficaz.

Principais tipos de exames de sangue e para que servem

Existem vários tipos de exame de sangue e cada um deles serve para avaliar diferentes parâmetros. Os exames de sangue são usados para avaliar o funcionamento de órgãos e glândulas como pâncreas, fígado e rins, detectar doenças como câncer, anemia e diabetes, avaliar os níveis de colesterol, glicose, ácido úrico, entre muitas outras indicações. Dentre os tipos de exame de sangue mais usados estão o hemograma, colesterol, triglicerídeos, glicemia, ácido úrico, ureia, creatinina, TGO, TGP, Gama GT e os marcadores tumorais.

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Reajuste da conta de luz entra em vigor na próxima semana

A partir do dia 19 de junho, os consumidores da RGE terão reajuste nas contas de energia elétrica. O aumento da tarifa foi aprovado na última terça-feira, dia 11, pela a Agencia Nacional de Energia Elétrica (Aneel).


Os aumentos médios para os clientes residenciais serão de 3,61% (área da RGE Sul) e de 6,19% (área da RGE).


No final do ano passado, o grupo CPFL Energia, que controla as duas distribuidoras de energia, anunciou a incorporação da RGE pela RGE Sul. Com isso, a nova empresa passou a atender 65% de todo o estado. São 2,87 milhões de unidades em 381 municípios do Rio Grande do Sul.

 Fonte: Gaúcha ZH 

Por: Victor Silva

Floricultura Campo Verde orienta sobre os cuidados que devemos ter com as plantas durante o inverno

 

Diferentes estações do ano requerem diferentes cuidados com as plantas da casa. No inverno a importância dos cuidados é ainda maior, já que as plantas se tornam sensíveis nessa época do ano. O Brasil, sendo um país muito grande, apresenta ainda diferentes invernos. Alguns são secos, outros são úmidos, alguns demoram bastante para passar e outros não possuem mais que algumas semanas de frio. Em especial naqueles que ocorrem ventos e temperaturas baixas durante a noite, é fundamental proteger as plantas dessas intempéries.

Primeiramente é necessário sabermos como o frio machuca sua planta. Os vegetais possuem 80% de seu peso constituído por água. Este elemento influencia o crescimento, desenvolvimento e reprodução das plantas. Baixas temperaturas afetam o fluido, congelando-o e consequentemente as células das plantas.

Em climas mais frios onde ocorre geadas, a fina película de gelo que se forma com a queda da temperatura acaba cobrindo toda a planta e faz com que a radiação solar tenha seus efeitos amplificados, queimando sua superfície. O vento também faz com que a temperatura sentida pela planta seja menor ainda que a temperatura do ambiente.

Algumas dicas para preparar seu jardim para o inverno

* Manter a frequência de regas é muito importante, mas não regue em excesso. Desta maneira, você evita a proliferação de fungos;

* Mexa na terra para aumentar sua oxigenação. Esta dica vale para vasos, canteiros e áreas de fácil manejo;

* Adube o solo com ingredientes orgânicos (substrato, húmus de minhoca e esterco bovino);

* Ao limpar o jardim, retire as folhas mortas e galhos secos;

* Não faça podas drásticas. Evite podar as espécies que florescem no inverno para, assim, não atrapalhar a vinda de folhas novas;

* A maioria das plantas se adapta ao inverno, mas sofrem uma queda brusca de temperatura. Dê preferência aos pinheiros, ciprestes, boca de leão e calêndula, pois estas espécies se adequam melhor a esta estação;

* Antes de comprar plantas para a varanda, analise se venta muito no local e quanto tempo a área recebe sol. As pleomeles, buxinhos, palmeira phoenix e viburnos são plantas mais resistentes que se adaptam em terraços com ventanias;

* Ao cortar a grama, retire com vassouras apropriadas os resquícios para que esta área possa “respirar” melhor;

* Faça a cobertura da grama. Espalhe uma camada simples de terra enriquecida de substrato (pouco menos de 1 centímetro) sobre o gramado e o regue normalmente. Esta medida ativa sua energia e deixa sua cor mais viva;

* Ao fazer a cobertura, evite que haja pisoteio na grama. O gramado precisa ter a menor movimentação possível para aceitar bem a terra. Se possível, fique sem utilizar a área por aproximadamente 15 dias. Desta maneira você permite que seu jardim se fortaleça e permaneça verde e forte nas próximas estações;

* Se você tem plantas sensíveis ao frio no seu jardim, procure envolvê-las com papelão, plástico, tecido ou jornal no final da tarde para evitar que sofram muito com o frio da noite;

* Flores em vasos e plantas suspensas podem ser trazidas para dentro de casa. Coloque as que necessitam de sol mais perto da janela, mas se lembre que temperaturas extremas deixam as janelas mais frias, o que pode danificar sua planta. Antes de trazê-las para dentro de casa, certifique-se que as plantas não possuem pragas, estejam limpas e sem ramos ou folhagem mortas ou doentes;

* Iluminação e ventilação são essenciais para garantir o desenvolvimento da planta, por isso é necessário que o ambiente tenha bastante luz e seja bem arejado. Mesmo os locais fechados devem contar com uma iluminação e ventilação direta na folhagem;

* Levante os vasos e potes, a umidade e o frio do solo vão passar para os vasos que estão no chão. Coloque-os em cima de uma estrutura de madeira ou plástico, que vão ajudar a manter o calor;

* Regue pela manhã, evite molhar as plantas no período da tarde, pois não haverá tempo e calor suficiente para secar antes da noite, prejudicando a planta. Mas lembre-se de molhar somente o solo, sem deixar água nas folhas.

O tratamento com psicólogo pode te ajudar a manter uma qualidade de vida, saiba mais com a psicóloga Magda Rillo da Silva

 

Cuidar, zelar, preservar, priorizar, observar a própria existência é o ato de amor primordial à vida. A saúde emocional é parte determinante na saúde física, social, espiritual, conjugal, familiar e financeira de um sujeito. A alegria e o bem-viver são possíveis quando, o cuidar da “psique” ganha relevância, ocupa um lugar de prioridade, pois, conhecer a si mesmo, oportuniza o “alegrar-se com a vida”, o desfrutar da saúde, das relações e da prosperidade.

Quando um sujeito cuida de si, encontra o amor, a proteção, a acolhida e a generosidade de sua mãe. Sente a vibração necessária para permitir o emanar de amorosidade, tranquilidade, empatia, confiança e apreço pelo viver.

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Rio Grande do Sul possui mais de 900 casos confirmados de dengue em 2019

O estado do Rio Grande do Sul já confirmou 903 casos de dengue. Segundo o boletim informado pela Secretaria Estadual da Saúde, no dia 6. Os dados foram coletados até 1º de junho.

Dos casos registrados, 806 são autóctones, quando a doença é contraída dentro do estado. Este ano, 35 cidades já tiveram casos autóctones. Os primeiros meses de 2019 já superam a incidência de todo o ano passado.

Confira algumas ações para evitar a proliferação do mosquito:

- Feche caixas d'água, tonéis e latões;
- Guarde pneus velhos em abrigos;
- Coloque embalagens de vidro, latas e plásticos em lixeiras bem fechadas;
- Limpe com escovação os bebedouros dos animais;
- Mantenha desentupidos os ralos, calhas, canos, toldos e marquises;
- Mantenha a piscina tratada o ano inteiro;
- Guarde garrafas vazias com o gargalo para baixo;
- Não acumule água nos pratos com plantas. Encha-os com areia.

 Fonte: G1

Por: Victor Silva

Com a chegada do inverno os cuidados com a saúde devem ser redobrados. Saiba mais sobre as doenças respiratórias com o Dr. Luiz Carlos Porto

 

A chegada do frio normalmente não vem sozinha. Traz consigo uma grande variação de temperatura e umidade do ar. Com tanta variação, não há como algumas doenças não surgirem. Mas a incidência de crianças, jovens, adultos e idosos doentes é uma consequência também de descuidos e de comportamentos comuns ao período. As pessoas nessa época do ano passam mais tempo dentro de casa, com as janelas fechadas, e quando resolvem sair para passear, em vez de irem a um lugar aberto, escolhem um fechado. Essa aglomeração em lugares assim facilita a propagação de bactérias e vírus, aumentando o número de infectados.

Conforme a Organização Mundial de Saúde, uma em cada sete pessoas sofre com doenças inflamatórias, alérgicas e respiratórias, que tendem a aumentar no inverno. Mas o que muitos não sabem é que a gripe, rinite e outros problemas comuns – que aumentam com a chegada das baixas temperaturas – não são provocados por andar descalço no chão gelado ou pelo vento fresco, mas principalmente por infecções virais, ocasionadas por ficarmos aglomerados em ambientes fechados, o que ajuda na proliferação dos vírus.

A estação mais fria do ano exige cuidado redobrado com a saúde. O ar mais seco facilita o aumento da poluição e a proliferação de vírus, o que contribui para elevar a frequência das infecções das vias respiratórias. As infecções respiratórias são as vilãs dessa estação, e muitos sofrem com as mais comuns, como sinusite, otite, pneumonia, gripe, resfriado, rinite, asma, amigdalite e bronquite. As crianças são as grandes vítimas neste período. Com o sistema respiratório em formação, sem a mesma imunidade que os mais velhos, são alvos fáceis de vírus e bactérias.

Quem tem crianças ou idosos em casa deve ficar atento e reforçar os cuidados durante o inverno. Segundo especialistas, as mudanças repentinas no clima, típicos da estação, favorecem a ocorrência de doenças respiratórias e podem, inclusive, resultar em infecções mais graves, como a pneumonia. Nos dias mais frios, a orientação é se agasalhar bem e evitar aglomerações.

Cuidados para evitar infecções respiratórias em bebês

Lavar as mãos com água e sabonete e usar álcool gel; evitar lugares aglomerados; manter o ambiente bem ventilado e optar por passeios ao ar livre; evitar beijos em bebês pequenos e passar de colo em colo; usar lenço descartável ou o braço/antebraço interno como barreira para tosse ou espirro; manter uma dieta equilibrada e variada, com frutas e legumes da estação; manter a carteirinha de vacinação da criança em dia.

Doenças complicam com o frio

A chegada do frio e o aumento do número de casos de doenças respiratórias também acaba influenciando nos hospitais, com um grande incremento nas filas dos prontos-socorros e também internações. O aumento nos atendimentos a crises desse tipo ocorre sempre no início de junho. Segundo dados registrados nas unidades básicas de Saúde em todo o país, apenas a chegada do inverno já faz crescer a demanda espontânea (consultas não agendadas) em aproximadamente 10% em relação ao restante do ano. Conforme o inverno avança, algumas cidades chegam a mostrar mais de 30% de aumento no volume de casos. As pessoas já portadoras de doenças respiratórias crônicas, como asma, doença pulmonar obstrutiva crônica ou rinite alérgica, com maior tendência a apresentar crises, precisam ser acompanhadas de perto, porque, se agravadas, as doenças podem levar a internações.

A rinite pode ser considerada a doença respiratória que tem maior alcance – é um problema global de saúde pública, já que afeta cerca de 20 a 25% da população mundial. Embora com sintomas de menor gravidade, ela está entre as dez razões mais frequentes de atendimento nas unidades básicas de saúde. Quando se manifesta, afeta muito a qualidade de vida, podendo causar, de começo, prejuízos na rotina diária (faltas recorrentes no trabalho ou na escola, por exemplo).

O Ministério da Saúde admite que, mesmo com tantos portadores, é uma doença subdiagnosticada, pois nem todas as pessoas que têm rinite procuram atendimento – o que causa falta de controle dos sintomas e uso errado de remédios (especialmente nessas estações do ano, com o desconforto maior que trazem). Para se ter ideia da importância das doenças respiratórias no Brasil, registros do DATASUS (sistema de dados do Ministério da Saúde) apontam que elas representam, em conjunto, as principais causas de internação no país (fora internações ligadas à gestação e ao parto) com mais de um milhão de casos por ano.

O Brasil ocupa a oitava posição mundial em prevalência de asma, por exemplo, e registra cerca de 270 mil internações ao ano. No caso dessas doenças crônicas, a melhor maneira de prevenção do agravamento no período de outono/inverno é o acompanhamento clínico e o uso correto das medicações de controle definidas pelos médicos. A vacinação contra a gripe também é uma ferramenta de prevenção. Além disso, todos devem fazer esforço extra para evitar contrair e espalhar doenças.

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