Sem dúvidas, a realidade imposta pela pandemia do novo coronavírus alterou os hábitos de toda a sociedade. Em muitas cidades, o fechamento total ou parcial do comércio afetou diretamente pequenos e médios comerciantes, com demissão de funcionários, alteração do horário de funcionamento e, em alguns casos, o encerramento das atividades. No comércio do ramo de bebidas, alimentos e com música ao vivo como bares e restaurantes, as adaptações tiveram de ser necessárias para continuar trabalhando. Em São Borja, com a mudança da bandeira para vermelha, na região que abrange o município no distanciamento social do Estado, bares e pubs não podem abrir para o público até a próxima análise.

Na bandeira vermelha, restaurantes e lancherias só podem funcionar para tele-entrega, retirada no local ou drive-thru, e o encerramento não deve ultrapassar as 23h, podendo acarretar em suspensão do alvará por 15 dias e multa para quem não cumprir o decreto. Devido às restrições dos locais que oferecem música ao vivo, a situação de artistas que mantém a música como renda principal, também ficou difícil, sem uma perspectiva positiva tão cedo. Um dos problemas enfrentados pelos locais com música ao vivo e principalmente pelos músicos, foi a redução de público, medida necessária para evitar aglomerações e propagação do vírus, pois o pagamento do cachê dos músicos geralmente é pela quantidade de “couverts” ou ingressos da noite.  

Dessa forma, estabelecimentos que trabalhavam com apresentações musicais tiveram de suspender um de seus principais atrativos do público. Alguns músicos da cidade e um estabelecimento que costumava lotar com apresentações ao vivo relataram a situação, dificuldades financeiras e adaptações à realidade atual. 

A reportagem completa você confere na edição impressa de sábado, dia 04/07/2020.

Por Tchaylen de Souza

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