Dra. Priscila Moreira - Pneumologista explica sobre os malefícios do fumo

 

O fumo é um dos principais causadores de doenças

A chegada do frio normalmente não vem sozinha. Traz consigo uma grande variação de temperatura e umidade do ar. Trocamos ambientes ensolarados e ventilados por ambientes fechados, pouco arejados e com muitas pessoas. Com isso aumenta a incidência de doenças infecciosas como gripes e resfriados, que são transmitidas especialmente pelo contato das mãos no rosto (boca, olhos e nariz) após terem encostado em superfícies contaminadas, como maçanetas, corrimãos ou mesas antes tocados por pessoas doentes.    

A variação de temperatura e umidade e exposição maior a mofo e fumaça favorecem a manifestação de doenças respiratórias alérgicas, como asma e rinite. Conforme a Organização Mundial de Saúde, a incidência de asma no mundo varia entre 0,7% e 18,4%. No Brasil, estima-se uma prevalência de cerca de 10% de asmáticos na população em geral. Tudo isso traz um dos principais sintomas respiratórios, a tosse, fazendo com que as noites de boa parte de nossas famílias sejam comprometidas.

As doenças respiratórias, entretanto, não são causadas apenas pelo clima. Nosso comportamento também estimula o aparecimento de problemas de saúde e no campo das doenças respiratórias o principal vilão hábito de fumar. O fumo é um dos principais causadores de doenças respiratórias em todo o mundo e há várias estratégias adotadas no tratamento dos pacientes que desejam abandonar esse vício, desde estratégias ambientais como não permanecer em ambientes com fumantes durante o período inicial de tratamento, estratégias farmacológicas, como os adesivos de nicotina e medicações psicotrópicas que auxiliam no controle dos sintomas de abstinência até estratégias psicológicas e emocionais, onde se tenta desenvolver a aversão afetiva ao cigarro. Tudo é válido quando o objetivo é abandonar esse importante vilão.

Leia mais...

Conta de luz deve ficar mais cara a partir deste mês

 

Os brasileiros já podem preparar os bolsos, pois a conta de luz já neste mês de maio deve aumentar. A notícia partiu de um anúncio feito pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) nesta última sexta-feira, dia 26. De acordo com Aneel, o aumento se dá em consequência à menor incidências de chuvas e isso acaba acionamento a chamada bandeira tarifária amarela nas contas de luz, que gera uma cobrança extra para sinalizar a menor oferta.

 

O custo adicional será de R$ 1,00 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumido. Segundo a Aneel, quando o nível dos reservatórios das usinas hidrelétricas cai, diminui a produção de energia. As hidrelétricas são a principal fonte e geração do país. Então, para compensar essa queda, o governo manda acionar as usinas termelétricas, a carvão, que são mais caras. Vale ressaltar que nos primeiros quatro meses do ano, estava em vigor a bandeira verde, em que não há cobranças de taxas extras.

 

 

Pra fazer o uso eficiente de energia elétrica e que combatam o desperdício, os são-borjenses devem ficar atentos aos aparelhos que consomem mais energia como, micro-ondas, chuveiro, lâmpadas, churrasqueira elétrica, ar-condicionado, geladeira, torneira elétrica, computador, carregador de celular entre outros.

Fonte: R7

Por: Bruna Falcão

 

Rio Grande do Sul tem 217 casos confirmados de dengue

O número de casos de dengue no Rio Grande do Sul aumentou seis vezes em comparação com o primeiro trimestre do ano passado, conforme levantamento da Secretaria Estadual de Saúde. O aumento da dengue vem se tornando frequente, desde o início do ano foram registrados 217 casos da doença. Destes, 162, são autóctones quando doença é contraída dentro do estado, e outros 55 casos são importados. 

 

Segundo a Secretaria Estadual da Saúde (SES), nos anos de 2017 e 2018 não foram registrados casos de dengue autóctones no estado. De acordo com o relatório da SES, os casos de dengue são notificados em todos os meses do ano, mas há um aumento entre os meses de novembro e maio.

 

As cidades com casos autóctones são Alvorada, Canoas, Erechim, Esteio, Horizontina, Ijuí, Santo Ângelo, Santo Antônio das Missões, São Borja, Três de Maio, Viamão, entre outras.

 

SÃO BORJA

Segundo a Vigilância Sanitária, dos 24 mil locais na cidade, foram notificados 1.573 focos do Aedes Aegypti. Na região Centro-Sul da cidade foram encontradas as maiores ocorrências cerca de 603. Nos pontos estratégicos que são, borracharias, cemitérios e ferros-velhos, foram encontrados 139 focos. No bairro Pirahy são 275 focos; bairro José Alvarez 269; e bairro do Passo 231. Na vila Umbu foram calculados 34 focos e outros 12 em Nhu-Porã. Estes levantamentos foram realizados nos primeiros quatro meses do ano. Na cidade, uma pessoa de Nhu-Porã contraiu a doença, mas foi controlada.

Fonte: G1

Decom/Prefeitura

Por: Bruna Falcão

MEC anuncia corte de 30% da verba das universidades UnB, UFBA e UFF

Nesta terça-feira, dia 30, o Ministério da Educação (MEC) cortou 30% da verba, o equivalente a R$ 38 milhões de três universidades federais, Universidade de Brasília (UnB), a Universidade Federal Fluminense (UFF) e a Universidade Federal da Bahia (UFBA). Segundo o ministro da pasta, Abraham Weintraub, estas universidades não apresentaram desempenho acadêmico esperado e, ao mesmo tempo, estiveram desenvolvendo “balbúrdia” em seus campus.

 

O parecer foi feito após a declaração do ministro, em uma reportagem publicada pelo jornal Estado de S. Paulo. De acordo com o chefe da pasta, as verbas serão cortadas das universidades que apresentaram desordem, manifestações partidárias, eventos políticos ou festas inadequadas, no ambiente universitário.

 

Segundo Weintraub, a Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), em Minas Gerais, está sob avaliação. “Universidades que, em vez de procurar melhorar o desempenho acadêmico, estiverem fazendo balbúrdia, terão verbas reduzidas”, salienta o ministro.

Fonte: Exame

Por: Bruna Falcão

Dr. Luciano Loureiro alerta para alguns cuidados que devemos ter com a saúde

 

Pequenos cuidados que aumentam sua qualidade de vida

Dia Mundial do Sono

De acordo com a Sociedade Mundial do Sono, cerca de 45% da população mundial registra algum problema para dormir. Por conta disso, a entidade estabeleceu o dia 15 de março como data oficial da campanha.

Voltado à conscientização das pessoas para a importância de se ter uma noite de sono ininterrupta e de qualidade, o Dia Mundial do Sono é celebrado internacionalmente e reúne pesquisadores, profissionais da saúde e pacientes com o objetivo principal de passar a mensagem de que a qualidade de vida pode ser melhorada com um sono saudável. Por conta disso, neste ano, o slogan da campanha é ‘Sono Saudável, Envelhecimento Saudável’.

De acordo com o doutor Luciano Loureiro, médico otorrinolaringologista, um sono sadio é uma função preciosa e um dos principais pilares para manter a boa saúde. Por outro lado, quando o sono falha, a saúde diminui, reduzindo a qualidade de vida. “O tema da campanha chama bastante atenção para a questão da importância do sono em relação ao envelhecimento saudável das pessoas. O objetivo é alertar àqueles que enfrentam dificuldades para dormir a buscarem auxílio especializado e, assim, recuperarem um sono de boa qualidade e obterem maior qualidade de vida”.

Leia mais...

Dra. Maria Salmon alerta para os perigos da obesidade

 

Obesidade no Brasil cresce 60% em 12 anos 

Nova pesquisa, no entanto, indica estagnação no crescimento desde 2015; mudanças em rótulos e incentivo ao consumo de frutas e hortaliças são estratégias

Dados coletados pelo Ministério da Saúde em 2017 mostram que 18,9% da população acima de 18 anos nas capitais brasileiras é obesa. O percentual é 60,2% maior que o obtido na primeira vez que o trabalho foi realizado, em 2006, quando essa parcela era de 11,8%. Já o sobrepeso atinge mais da metade da população (54%). Entre os jovens, a obesidade aumentou 110% entre 2007 e 2017. Esse índice foi quase o dobro da média nas demais faixas etárias (60%). O crescimento foi menor nas faixas de 45 a 54 anos (45%), 55 a 64 anos (26%) e acima de 65 anos (26%).

A boa notícia é que, embora bastante elevado, sobretudo quando comparado a outros países da América do Sul, o número indica que a epidemia de obesidade começa a dar sinais de estagnação – a proporção de pessoas acima do peso se manteve a mesma entre 2015 e 2017. “Os indicadores apontam para uma tendência de estabilização entre a população das capitais”, afirmou a diretora do Departamento de Vigilância de Doenças e Agravos Não Transmissíveis, Maria de Fátima Marinho de Souza.

Souza alerta, no entanto, que a queda na velocidade da expansão não tranquiliza e que “é preciso reforçar a prevenção”. Entre as medidas consideradas cruciais, mudanças nas regras de rótulo de alimentos e políticas que permitam maior acesso a frutas e hortaliças.

Pessoas consideradas obesas são aquelas que tem Índice de Massa Corporal (IMC) acima de 30. A nova pesquisa do Ministério da Saúde, batizada de Vigitel, foi feita por telefone com pessoas que vivem nas capitais brasileiras. No final do ano, um novo estudo, medindo o peso dos voluntários, será realizado para confirmar o números.

Leia mais...

Expediente

Andres Editora Jornalística Ltda.
Rua General Osório, 2341/Sala 1 - Centro São Borja,RS - 97670-000

Fones: (55)3431-1100 / 3431-2394
Email: [email protected]

assinatura