Rio Grande do Sul possui mais de 900 casos confirmados de dengue em 2019

O estado do Rio Grande do Sul já confirmou 903 casos de dengue. Segundo o boletim informado pela Secretaria Estadual da Saúde, no dia 6. Os dados foram coletados até 1º de junho.

Dos casos registrados, 806 são autóctones, quando a doença é contraída dentro do estado. Este ano, 35 cidades já tiveram casos autóctones. Os primeiros meses de 2019 já superam a incidência de todo o ano passado.

Confira algumas ações para evitar a proliferação do mosquito:

- Feche caixas d'água, tonéis e latões;
- Guarde pneus velhos em abrigos;
- Coloque embalagens de vidro, latas e plásticos em lixeiras bem fechadas;
- Limpe com escovação os bebedouros dos animais;
- Mantenha desentupidos os ralos, calhas, canos, toldos e marquises;
- Mantenha a piscina tratada o ano inteiro;
- Guarde garrafas vazias com o gargalo para baixo;
- Não acumule água nos pratos com plantas. Encha-os com areia.

 Fonte: G1

Por: Victor Silva

Com a chegada do inverno os cuidados com a saúde devem ser redobrados. Saiba mais sobre as doenças respiratórias com o Dr. Luiz Carlos Porto

 

A chegada do frio normalmente não vem sozinha. Traz consigo uma grande variação de temperatura e umidade do ar. Com tanta variação, não há como algumas doenças não surgirem. Mas a incidência de crianças, jovens, adultos e idosos doentes é uma consequência também de descuidos e de comportamentos comuns ao período. As pessoas nessa época do ano passam mais tempo dentro de casa, com as janelas fechadas, e quando resolvem sair para passear, em vez de irem a um lugar aberto, escolhem um fechado. Essa aglomeração em lugares assim facilita a propagação de bactérias e vírus, aumentando o número de infectados.

Conforme a Organização Mundial de Saúde, uma em cada sete pessoas sofre com doenças inflamatórias, alérgicas e respiratórias, que tendem a aumentar no inverno. Mas o que muitos não sabem é que a gripe, rinite e outros problemas comuns – que aumentam com a chegada das baixas temperaturas – não são provocados por andar descalço no chão gelado ou pelo vento fresco, mas principalmente por infecções virais, ocasionadas por ficarmos aglomerados em ambientes fechados, o que ajuda na proliferação dos vírus.

A estação mais fria do ano exige cuidado redobrado com a saúde. O ar mais seco facilita o aumento da poluição e a proliferação de vírus, o que contribui para elevar a frequência das infecções das vias respiratórias. As infecções respiratórias são as vilãs dessa estação, e muitos sofrem com as mais comuns, como sinusite, otite, pneumonia, gripe, resfriado, rinite, asma, amigdalite e bronquite. As crianças são as grandes vítimas neste período. Com o sistema respiratório em formação, sem a mesma imunidade que os mais velhos, são alvos fáceis de vírus e bactérias.

Quem tem crianças ou idosos em casa deve ficar atento e reforçar os cuidados durante o inverno. Segundo especialistas, as mudanças repentinas no clima, típicos da estação, favorecem a ocorrência de doenças respiratórias e podem, inclusive, resultar em infecções mais graves, como a pneumonia. Nos dias mais frios, a orientação é se agasalhar bem e evitar aglomerações.

Cuidados para evitar infecções respiratórias em bebês

Lavar as mãos com água e sabonete e usar álcool gel; evitar lugares aglomerados; manter o ambiente bem ventilado e optar por passeios ao ar livre; evitar beijos em bebês pequenos e passar de colo em colo; usar lenço descartável ou o braço/antebraço interno como barreira para tosse ou espirro; manter uma dieta equilibrada e variada, com frutas e legumes da estação; manter a carteirinha de vacinação da criança em dia.

Doenças complicam com o frio

A chegada do frio e o aumento do número de casos de doenças respiratórias também acaba influenciando nos hospitais, com um grande incremento nas filas dos prontos-socorros e também internações. O aumento nos atendimentos a crises desse tipo ocorre sempre no início de junho. Segundo dados registrados nas unidades básicas de Saúde em todo o país, apenas a chegada do inverno já faz crescer a demanda espontânea (consultas não agendadas) em aproximadamente 10% em relação ao restante do ano. Conforme o inverno avança, algumas cidades chegam a mostrar mais de 30% de aumento no volume de casos. As pessoas já portadoras de doenças respiratórias crônicas, como asma, doença pulmonar obstrutiva crônica ou rinite alérgica, com maior tendência a apresentar crises, precisam ser acompanhadas de perto, porque, se agravadas, as doenças podem levar a internações.

A rinite pode ser considerada a doença respiratória que tem maior alcance – é um problema global de saúde pública, já que afeta cerca de 20 a 25% da população mundial. Embora com sintomas de menor gravidade, ela está entre as dez razões mais frequentes de atendimento nas unidades básicas de saúde. Quando se manifesta, afeta muito a qualidade de vida, podendo causar, de começo, prejuízos na rotina diária (faltas recorrentes no trabalho ou na escola, por exemplo).

O Ministério da Saúde admite que, mesmo com tantos portadores, é uma doença subdiagnosticada, pois nem todas as pessoas que têm rinite procuram atendimento – o que causa falta de controle dos sintomas e uso errado de remédios (especialmente nessas estações do ano, com o desconforto maior que trazem). Para se ter ideia da importância das doenças respiratórias no Brasil, registros do DATASUS (sistema de dados do Ministério da Saúde) apontam que elas representam, em conjunto, as principais causas de internação no país (fora internações ligadas à gestação e ao parto) com mais de um milhão de casos por ano.

O Brasil ocupa a oitava posição mundial em prevalência de asma, por exemplo, e registra cerca de 270 mil internações ao ano. No caso dessas doenças crônicas, a melhor maneira de prevenção do agravamento no período de outono/inverno é o acompanhamento clínico e o uso correto das medicações de controle definidas pelos médicos. A vacinação contra a gripe também é uma ferramenta de prevenção. Além disso, todos devem fazer esforço extra para evitar contrair e espalhar doenças.

A microfisioterapia chega na cidade como uma nova ferramenta de tratamento de doenças. Quer saber mais? Confira aqui a fisioterapeuta Aline Faé esclarecendo essa nova técnica

 

A microfisioterapia é uma técnica manual da fisioterapia que consiste em identificar no corpo a causa primária de um sintoma ou doença e, a partir disso, estimular a sua autocura, fazendo com que o corpo reconheça o agressor (trauma) e desencadeie a eliminação do mesmo.

Quando o sistema imunológico não consegue eliminar tal agressor, surgem as cicatrizes patológicas que ficarão na memória do tecido e atrapalharão o funcionamento das células nos vários tecidos e/ou órgãos do corpo. A técnica tem seus princípios semelhantes aos da homeopatia, pois seguem duas leis principais: a cura pela similitude (semelhante cura o semelhante) e pelo infinitesimal (palpação mínima, medicamento diluído).

O terapeuta, através da micropalpação, procura no corpo do paciente o local onde foram instaladas as cicatrizes celulares (memórias), as quais provocam os sintomas. Quando encontradas as cicatrizes, estimula-se manualmente, desencadeando assim o processo de autorregulação, restabelecendo as funções do organismo, eliminando os sintomas e promovendo a saúde. A Microfisioterapia pode ser aplicada a todos os indivíduos em todas as idades, com objetivo terapêutico ou não. Sendo o tratamento preventivo ou curativo, a fim de promover a saúde e o bem estar.

Leia mais...

Prazo de inscrição no Sisu do 2º semestre termina nesta sexta-feira

As inscrições para a 2ª edição de 2019 do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), para concorrer uma vaga em universidades ou institutos públicos de educação superior, termina nesta sexta-feira, dia 7, às 23h59min.

Para se inscrever o candidato deve acessar o site http://sisu.mec.gov.br com o número de inscrição do Enem 2018 e a senha, além de ter obtido nota acima de zero na redação.

Nesta edição, são 59 mil vagas em 1,7 mil cursos de 76 instituições de ensino. De acordo com o Ministério da Educação (MEC), este é o maior número de vagas ofertado para o segundo semestre desde a criação do programa. Em São Borja, a Universidade Federal do Pampa (Unipampa) oferece vagas para os cursos de Jornalismo, Publicidade e Propaganda e Relações Públicas.

 Fonte: G1

Por: Victor Silva

Dr. Alexandre Brum orienta a importância do ginecologista na vida da mulher

 

Podemos dizer que este é o profissional médico mais presente na vida das mulheres, em diferentes fases. Na puberdade e adolescência, na introdução aos métodos contraceptivos, no início da vida sexual, na gestação, no tratamento de condições médicas, na menopausa e em tantas outras questões, é com o ginecologista que podem contar. A ginecologia, considerada a ciência da mulher, é a especialidade médica responsável por estudar, diagnosticar e tratar questões fisiológicas e patológicas da saúde feminina, especificamente à do aparelho reprodutor (ovários, vagina e útero) e mamas. Então, ginecologistas são profissionais especializados que prestam atendimento e dão especial atenção à saúde da mulher.

O acompanhamento ginecológico deve fazer parte da rotina de toda mulher. Isso porque a prevenção continua sendo o melhor caminho para evitar problemas e ter uma boa saúde. Muitas doenças não se mostram através de sintomas visivelmente perceptíveis, como corrimento, dor e coceira, por exemplo. Apenas com uma consulta ao ginecologista, a realização de exames e uma avaliação completa que se poderá descobrir quaisquer alterações ou irregularidades e buscar a melhor forma de tratamento.

Normalmente, o primeiro contato das mulheres com os profissionais de ginecologia acontece na adolescência, quando o pediatra não é o médico mais adequado para acompanhar e solucionar questões que envolvem, por exemplo, o início da vida sexual.

Para manter uma rotina saudável e preventiva, recomenda-se que a mulher vá pelo menos uma vez ao ano ao ginecologista, para que ele possa avaliar quais exames são necessários e garantir uma boa saúde sexual, reprodutiva e hormonal. Vale destacar que a maioria das doenças, quando descobertas na fase inicial, tem mais chances de serem diagnosticas e tratadas com maior eficiência.

Leia mais...

A importância dos óculos de sol no inverno... Na Óptica Líder você encontra as melhoras marcas em óculos

 

Por mais cinza que o céu esteja, os raios solares continuam danificando os olhos. Usar óculos de sol na época mais fria do ano é importante para manter os olhos saudáveis. Mesmo durante o inverno, é indispensável proteger a visão, ainda mais num país tropical. Quanto mais próximo da linha do Equador, mais incidência solar. Ou seja, com o Brasil localizado bem rente a esta linha, independente da estação do ano, a concentração de raios solares permanece a mesma, diferente do que acontece em outras regiões do mundo. Óculos não são apenas acessórios para complementar o visual. Eles garantem conforto e proteção.

Segundo uma pesquisa feita pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em 2010, mais de 6,5 milhões de brasileiros possuíam algum tipo de deficiência visual (sem contar aqueles com erros de refração ou presbiopia). Seis anos mais tarde, outro estudo do IBGE mostrou que 35 milhões de brasileiros possuíam algum problema de visão, número que representa 19% da população.

De acordo com a OMS (Organização Municipal da Saúde), as principais doenças oculares que causam cegueira no Brasil são: catarata, cegueira infantil, retinopatia diabética, glaucoma e degeneração macular, sendo duas consequências da incidência de raios solares. A catarata é um dano causado a córnea e ao cristalino. Sem o uso de óculos de sol, as chances de ter a doença aumentam em 60%. Já a degeneração macular pode ser causada por antecedentes familiares ou por danos solares à retina. Além disso, os raios solares podem causar dor de cabeça, fadiga ocular, secura dos olhos, lesões na córnea, conjuntivite e queimaduras. O uso de óculos de sol previne essas e outras doenças – aliado, ainda, a uma alimentação saudável, a prática de exercícios e ao não uso de maquiagens vencidas ou falsas.

Leia mais...

Expediente

Andres Editora Jornalística Ltda.
Rua General Osório, 2341/Sala 1 - Centro São Borja,RS - 97670-000

Fones: (55)3431-1100 / 3431-2394
Email: [email protected]

assinatura