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Depois de nove dias de paralisação dos caminhoneiros em todo o país reivindicando redução nos preços dos combustíveis e dos pedágios, de garantia de preços mínimos para os fretes e de mais cargas públicas para os autônomos, amplia-se cada vez o desabastecimento em São Borja, assim como das demais cidades da região. Afora a falta de combustíveis nos postos e de gás de cozinha nas revendas, faltam também muitos produtos, principalmente nos supermercados. Diversos outros reflexos estão ocorrendo no município e as autoridades tentam gerenciar a crise evitando problemas a setores essenciais.

 

Um comitê de gerenciamento de crise está negociando a vinda produtos para setores essenciais, mas o desabastecimento vai além dos postos de combustíveis e revendas de gás. Supermercados e farmácias já se ressentem de produtos que não estão chegando em função do movimento. A falta de combustíveis afetaram os serviços públicos como transporte e coleta de lixo. Aulas de escolas do interior foram suspensas e viagens estão restritas a caso mais urgentes. O município está sem situação de Calamidade Pública por conta dos reflexos da paralisação.

 

A mobilização dos caminhoneiros, com apoio de outros setores econômicos e de trabalhadores, segue nesta terça-feira, dia 29, com concentração na BR 285, saída para São Luiz Gonzaga. No final de semana e segunda-feira, dia 28, houve mobilizações de apoiadores do movimento, em pontos da região, além de carreatas e buzinaços.

 

Os caminhoneiros tiveram atendida parte das reivindicações pelo governo, mas agora querem ampliar a redução de preços para todos os combustíveis, não somente para óleo diesel. Também querem garantia de preço mínimo ao frete e redução do custo de pedágios.

 Por Edson Arce

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