Após um levantamento feito pelo Serviço de Vigilância em Saúde da Secretaria da Saúde do município, constatou-se que de janeiro a outubro foram registrados cerca de 2,3 mil focos de Aedes Aegypt. O cálculo é feito bimestralmente, e a soma dos últimos meses do ano mostra um aumento em relação ao ano passado, quando foram 1.524 focos.

 

Com o aumento das temperaturas, e consequentemente das chuvas, a tendência é que o número de mosquitos também aumente. O mosquito Aedes Aegypt pode vir a ser transmissor de várias doenças, sendo elas: dengue, chkungunya, zika vírus e febre amarela.

 

Após todas as avaliações, foi constatado que a região centro-sul da cidade é a que apresenta maior número de larvas. Foram 968 de janeiro até outubro. O bairro Pirahy aparece em segundo lugar com 469 casos, vindo a seguir o bairro do Passo, com 395 registros. Já o bairro José Alvarez contabilizou 373 registros, a vila Umbu, 76 e a vila de Nhu-Porã, outros 19.

Fonte: Decom/Prefeitura

Por: Erika Dal’Carobo

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