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Campanha de vacinação contra Gripe H1N1 foi prorrogada até dia 15 de junho

A vacinação contra Gripe H1N1, que encerraria no final de maio, foi prorrogada até o dia 15 de junho. As pessoas que ainda não se vacinaram poderão receber a imunização em qualquer ESF ou na Central de Vacinas, no antigo Hospital São Francisco.

O último levantamento realizado pela Secretaria da Saúde, o município tinha vacinado 18.626 pessoas contra Gripe H1N1. A equipe já bate a meta estipulada pelo Ministério da Saúde de 90% em três grupos de risco que são Trabalhadores da Saúde (110%), Puérperas (103,03%) e Idosos (90,13%).

O objetivo é atingir os percentuais também nos seguintes grupos de risco crianças de seis meses a quatro anos (53,25%), gestantes (50,58%) e professores (65,73%).

Os postos de saúde estão abertos das 7h30min às 11h30mmin e das 13 e 17 horas, e na Central de Vacinas das 7 às 12 horas, e das 13 às 16 horas.

Fonte: Decom/Prefeitura

Postos recebem abastecimento parcial em São Borja

Nesta quarta-feira, dia 30 de maio, alguns postos da cidade receberam combustíveis para o reabastecimento, o Posto do Passo, antigo Latina, agora Shell, recebeu 18 mil litros, mesmo assim a previsão é que poderá acabar ainda nesta tarde, já o Posto Missioneiro recebeu 8 mil litros, além deles, o Posto BR Centro também recebeu cerca de 16 mil litros que geraram filas durante a tarde. Os demais postos da cidade não conseguimos contato.

 

Os postos Santa Lúcia e Integração estão previstos para que chegue mais gasolina amanhã, dia 31, então é bom ficar atento para não enfrentar tantas filas para reabastecer seu veículo. A expectativa é que os postos voltem a funcionar normalmente a partir da semana que vem.

 

Veja onde abastecer:

Shell, BR Centro e Missioneiro - A partir de hoje (filas de espera).

Santa Lúcia e Integração - Provavelmente amanhã.

 

 

 Por: Matheus Charão

Desabastecimento no município aumenta após nove dias de paralizações

Depois de nove dias de paralisação dos caminhoneiros em todo o país reivindicando redução nos preços dos combustíveis e dos pedágios, de garantia de preços mínimos para os fretes e de mais cargas públicas para os autônomos, amplia-se cada vez o desabastecimento em São Borja, assim como das demais cidades da região. Afora a falta de combustíveis nos postos e de gás de cozinha nas revendas, faltam também muitos produtos, principalmente nos supermercados. Diversos outros reflexos estão ocorrendo no município e as autoridades tentam gerenciar a crise evitando problemas a setores essenciais.

 

Um comitê de gerenciamento de crise está negociando a vinda produtos para setores essenciais, mas o desabastecimento vai além dos postos de combustíveis e revendas de gás. Supermercados e farmácias já se ressentem de produtos que não estão chegando em função do movimento. A falta de combustíveis afetaram os serviços públicos como transporte e coleta de lixo. Aulas de escolas do interior foram suspensas e viagens estão restritas a caso mais urgentes. O município está sem situação de Calamidade Pública por conta dos reflexos da paralisação.

 

A mobilização dos caminhoneiros, com apoio de outros setores econômicos e de trabalhadores, segue nesta terça-feira, dia 29, com concentração na BR 285, saída para São Luiz Gonzaga. No final de semana e segunda-feira, dia 28, houve mobilizações de apoiadores do movimento, em pontos da região, além de carreatas e buzinaços.

 

Os caminhoneiros tiveram atendida parte das reivindicações pelo governo, mas agora querem ampliar a redução de preços para todos os combustíveis, não somente para óleo diesel. Também querem garantia de preço mínimo ao frete e redução do custo de pedágios.

 Por Edson Arce

Obras do quartel de Bombeiros será retomada

Desde 2007, a obra do quartel de bombeiros de São Borja se arrasta e não pode ser concluída. Nesta terça-feira, dia 29, foi assinada a ordem de serviço para a retomada das obras sob a coordenação da prefeitura de São Borja, que promoveu licitação pública. Com a supervisão do prefeito Eduardo Bonotto e benção do padre Aodomar Wandscher, a solenidade aconteceu no futuro quartel, na rua Borges do Canto, em frente ao Parcão.

 

A empresa responsável pela construção será a RAK Engenharia, vencedora do processo licitatório que terá recursos de R$ 250 mil, oriundos do Fundo Municipal de Reaparelhamento do Corpo de Bombeiros (Funrebom). Estes recursos foram repostos ao Fundo pela atual administração, a após a justiça ter sequestrado os valores por conta de dívidas da administração anterior. A meta é de conclusão da obras em seis meses, permitindo que a corporação já possa se mudar.

 

O ato da assinatura da ordem de serviço contou com inúmeras autoridades, sob coordenação do prefeito Eduardo Bonotto e a meta é que esta etapa esteja concluída em seis meses. “Hoje é um dia especial, estamos deixando um legado às futuras gerações, mostrando que por meio da união das entidades é possível atingir os objetivos e construir um município melhor e com serviços de qualidade. Nos próximos meses, queremos estar entregando esta obra para os Bombeiros e que continuem cumprindo o seu nobre ofício, que é salvar vidas”, disse Bonotto.

Desabastecimento começa a preocupar a população

As paralizações dos caminhoneiros em todo o país, que entraram no seu oitavo dia, estão trazendo sérias consequências para a população. A cidade está sem combustíveis e sem gás de cozinha desde a semana passada e muitos produtos alimentícios, como hortifrutigranjeiros e congelados, já estão em falta nos supermercados. Na manhã desta segunda-feira, dia 28, nem postos nem revendas sabiam informar quando terão o produto à venda novamente.

 

Nos supermercados, além do desabastecimento, há queixas com relação à alta exorbitante de alguns produtos mais escassos, como legumes e verduras, por exemplo. Há problemas com o falta de insumos para a área da saúde e o Hospital Ivan Goulart pede que as pessoas se informem antes de comparecer para algum procedimento.

 

A falta de combustíveis provocou a suspensão das aulas nas escolas estaduais neste início de semana e nas escolas municipais da zona rural de São Borja. Nas universidades também não há aula. As escolas particulares ministram aulas normais nesta segunda-feira. Na Prefeitura e na Câmara o expediente segue normal e uma comissão de crise se mantem atenta ao movimento.

 

Os postos de Saúde atendem normalmente, mas há restrições em viagens para pacientes. Ainda na cidade existem restrições no transporte coletivo com carros circulando apenas de duas em duas horas e na coleta de lixo urbano, que está sendo feito em menos um dia, do cronograma semanal. Há restrições igualmente nas linhas de ônibus interurbanos, segundo a Estação Rodoviária.

 

MANIFESTAÇÕES

Em todo o país seguiam as manifestações caminhões de combustíveis para serviços essenciais estão sendo escoltados pela Polícia. Na região de São Borja, tem manifestações de caminhoneiros e agropecuaristas na BR 285, saída para São Luiz Gonzaga. Na sexta-feira, dia 25, houve uma grande carreata pelas principais ruas da cidade que contou com apoio do comércio, indústria e agropecuaristas. Neste domingo, dia 27, centenas de pessoas se reuniram no Parcão para apoiar o movimento e um grupo chegou a ir até em frente ao 2º RC Mec, pedir também apoio aos militares.

 

O governo atendeu algumas reivindicações dos caminhoneiros como redução do preço do diesel em R$ 0,46 por litro, a não cobrança do eixo suspenso de caminhões e prometeu reajuste o combustível de 30 em 30 dias. No entanto, parte da categoria não acatou o acordo firmado na noite de domingo em Brasília e segue com manifestações em diferentes pontos do país. A intervenção das forças armadas, a pedido do presidente Michel Temer, tem se reservado a garantir atividades nas refinarias e transporte de combustíveis e produtos essenciais a serviços de emergência.

Por Edson Arce

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