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Opinião: 14 anos sem Brizola

 

Juliana Brizola (*)

Em tempos difíceis, em que a sociedade passa por um momento de descrédito em relação à política brasileira, sobretudo em relação aos seus representantes, trazer à tona a história de um homem como Leonel de Moura Brizola se faz de extrema importância. Mais do que isso, diga-se de passagem, é algo inspirador. Enquanto muitos utilizam a política para se locupletar, enaltecer uma figura pública que, até o seu último suspiro, lutou bravamente pela emancipação do povo brasileiro nos motiva a acreditar em um mundo melhor.

 

O menino pobre, que atendia pelo nome de Itagiba, saiu de Carazinho – quem diria – para mudar a vida de milhares de pessoas. Vítima de suas convicções, batalhou por um Brasil melhor, lutou por liberdade, almejou, com todas as forças, a justiça social e, sobretudo, a soberania de seu povo. Passou por períodos amargos, exilado de sua Pátria foi, mas retornou, após golpe militar, aclamado pelo povo.

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Gente e Política: Deco Almeida 35 anos de colunismo social

 

DECO ALMEIDA

I

Construtor de uma carreira dedicada à imprensa escrita e falada, que inclui mais de mil colunas publicadas na Folha de São Borja desde 1983, o nosso companheiro de trabalho, Deco Almeida, completa 35 anos de colunismo social, assinando uma das mais prestigiadas páginas do bi-semanário mais antigo da cidade.

Sua coluna, lida com avidez pelos leitores do jornal, é um registro dos principais acontecimentos, não apenas de fatos sociais, mas, não raro, de assuntos políticos e de economia com repercussões importantes na comunidade são-borjense.

II

Profissional atento, dedicado, correto e muito bem informado, o Deco obteve nesse período em que atua na Folha de São Borja, o reconhecimento e a admiração, não só dos são-borjenses, mas do jornalismo gaúcho, pela obstinação e apurado faro jornalístico acompanhando o dia-a-dia da cidade e do estado, sempre inovando na abordagem e na publicação das suas informações privilegiadas.

A Folha, por sua direção e colegas, se aliam a homenagens que lhe prestam seus amigos, familiares e a sociedade de Sã Borja.

Crônica: Teatro Serelepe: uma história

 

Elaine dos Santos (*)

A família Almeida vivia no interior paulista e o patriarca apresentava-se em fazendas de café, atuando em palestras cômicas (um show parecido com os atuais “stand ups”). Certa noite, adoentado, ele determinou ao filho, José Epaminondas, que avisasse ao fazendeiro que não haveria show. O menino, chegando à fazenda, apresentou-se como o novo palestrante, realizou o espetáculo e foi aplaudido. Nascia, ali, Nhô Bastião. O ano era 1929, numa fazenda de café em Sorocaba/SP. Nhô Bastião formaria uma dupla caipira com a irmã, Isolina, a Nhana, e empresariados pelo pai, eles seguiram apresentando-se em lavouras. Mais tarde, a família comprou o Circo Oriente, passando a excursionar. Sob a batuta de Nhô Bastião, o circo cresceu e ele adquiriu a Politeama Oriente, um pavilhão de zinco, passando a viajar pelo interior paulista e pelos três estados do sul do Brasil.

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Opinião: Cinto de Segurança – você usa?

Celso Morais (*)

De certa forma é curioso que nos tempos atuais, o uso do cinto de segurança ainda não seja uma unanimidade. Condutores e passageiros nem sempre fazem uso do dispositivo de retenção, sobretudo nas cidades e em pequenos deslocamentos. Entretanto em rodovias tem-se percebido que, por vezes, não é utilizado.

 

Enquanto uma parte da sociedade continuar a associar o uso do cinto de segurança com uma obrigação para escapar de multa de trânsito, esse cidadão não terá como entender o real motivo de sua utilização.

 

O principal motivo da obrigatoriedade do uso do cinto de segurança, é para nos protegermos em caso de colisões frontais, laterais, traseiras, capotamentos, entre outros. Quando estamos dentro de um veículo em movimento, qualquer obstáculo que faça com que haja uma mudança no movimento do veículo, isso afeta diretamente quem estiver dentro dele. 

 

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Emendas para municípios: um pacto necessário

 

Paulo Paim (*)

 

Um pequeno detalhe faz uma grande diferença. Invariavelmente, isso acontece em todas as situações da vida, sejam elas pessoais ou profissionais. Mas para que essas particularidades sejam realizadas com sucesso é preciso, antes de tudo, decisão política. Ouvir, pensar e agir. Uma tríade invencível. Para os interioranos há mais um componente nessa “filosofia”: o apalavrado é herança dos pais e dos avós e a assinatura é o ‘fio do bigode’.

 

Independentemente de cor partidária, ideologia, adversário político ou não, se maragato ou chimango, se gremista ou colorado, o nosso mandato estabeleceu um enorme avanço na distribuição de emendas individuais ao Orçamento Geral da União. Fizemos de forma igualitária. Todos os 496 municípios gaúchos já foram contemplados com pelo menos uma emenda de nossa autoria. Muitos, inclusive, já então no terceiro benefício, em sistema de rodízio.

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De volta às aulas

Adriana Oliveira (*)

Ao reiniciarem as aulas voltam às perplexidades sobre o que fazer com o impasse da educação brasileira: a baixa qualidade do ensino e os desastrosos resultados do investimento público e privado.

Conversava nas férias com dois netos de 13 anos e é perturbador ouvir a lógica dos jovens questionando o bando de bobagens que escola ensina, a quantidade ridícula e abusiva de provas e testes e a mediocridade do conhecimento que se espera que esses jovens aprendam nesta idade.

Argumentos lógicos e sabedoria. Muito pouco precisava ajustar para considerar a clareza desses meninos sobre os absurdos da educação brasileira.

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