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Crônica: Teatro Serelepe: uma história

 

Elaine dos Santos (*)

A família Almeida vivia no interior paulista e o patriarca apresentava-se em fazendas de café, atuando em palestras cômicas (um show parecido com os atuais “stand ups”). Certa noite, adoentado, ele determinou ao filho, José Epaminondas, que avisasse ao fazendeiro que não haveria show. O menino, chegando à fazenda, apresentou-se como o novo palestrante, realizou o espetáculo e foi aplaudido. Nascia, ali, Nhô Bastião. O ano era 1929, numa fazenda de café em Sorocaba/SP. Nhô Bastião formaria uma dupla caipira com a irmã, Isolina, a Nhana, e empresariados pelo pai, eles seguiram apresentando-se em lavouras. Mais tarde, a família comprou o Circo Oriente, passando a excursionar. Sob a batuta de Nhô Bastião, o circo cresceu e ele adquiriu a Politeama Oriente, um pavilhão de zinco, passando a viajar pelo interior paulista e pelos três estados do sul do Brasil.

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Opinião: Cinto de Segurança – você usa?

Celso Morais (*)

De certa forma é curioso que nos tempos atuais, o uso do cinto de segurança ainda não seja uma unanimidade. Condutores e passageiros nem sempre fazem uso do dispositivo de retenção, sobretudo nas cidades e em pequenos deslocamentos. Entretanto em rodovias tem-se percebido que, por vezes, não é utilizado.

 

Enquanto uma parte da sociedade continuar a associar o uso do cinto de segurança com uma obrigação para escapar de multa de trânsito, esse cidadão não terá como entender o real motivo de sua utilização.

 

O principal motivo da obrigatoriedade do uso do cinto de segurança, é para nos protegermos em caso de colisões frontais, laterais, traseiras, capotamentos, entre outros. Quando estamos dentro de um veículo em movimento, qualquer obstáculo que faça com que haja uma mudança no movimento do veículo, isso afeta diretamente quem estiver dentro dele. 

 

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Emendas para municípios: um pacto necessário

 

Paulo Paim (*)

 

Um pequeno detalhe faz uma grande diferença. Invariavelmente, isso acontece em todas as situações da vida, sejam elas pessoais ou profissionais. Mas para que essas particularidades sejam realizadas com sucesso é preciso, antes de tudo, decisão política. Ouvir, pensar e agir. Uma tríade invencível. Para os interioranos há mais um componente nessa “filosofia”: o apalavrado é herança dos pais e dos avós e a assinatura é o ‘fio do bigode’.

 

Independentemente de cor partidária, ideologia, adversário político ou não, se maragato ou chimango, se gremista ou colorado, o nosso mandato estabeleceu um enorme avanço na distribuição de emendas individuais ao Orçamento Geral da União. Fizemos de forma igualitária. Todos os 496 municípios gaúchos já foram contemplados com pelo menos uma emenda de nossa autoria. Muitos, inclusive, já então no terceiro benefício, em sistema de rodízio.

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De volta às aulas

Adriana Oliveira (*)

Ao reiniciarem as aulas voltam às perplexidades sobre o que fazer com o impasse da educação brasileira: a baixa qualidade do ensino e os desastrosos resultados do investimento público e privado.

Conversava nas férias com dois netos de 13 anos e é perturbador ouvir a lógica dos jovens questionando o bando de bobagens que escola ensina, a quantidade ridícula e abusiva de provas e testes e a mediocridade do conhecimento que se espera que esses jovens aprendam nesta idade.

Argumentos lógicos e sabedoria. Muito pouco precisava ajustar para considerar a clareza desses meninos sobre os absurdos da educação brasileira.

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A falta de dignidade da Reforma da Previdência

 

Murilo Aith (*)

Desde que o Governo Federal anunciou a Reforma da Previdência, ficou claro que trata se de uma proposta política e econômica. Não houve debate com a sociedade, não foram ouvidos os representantes dos trabalhadores, dos aposentados, dos pensionistas, nem as entidades de Direito Previdenciário e muito menos os advogados que militam na área. Assim, o texto apresentado pela Secretaria da Previdência Social não representa a necessidade do povo brasileiro e nem a justiça social. Estão sendo retirados diversos direitos dos trabalhadores e dos mais pobres, que em muitos casos, pelas novas regras, sequer irão poder desfrutar da aposentadoria.

Importante destacar que o texto não está em vigor e devem ter alguns pontos mudados, na sua tramitação no Congresso Federal. Existem uma série de atrocidades, que não podem ir adiante. Entre elas, a idade mínima de 65 anos para homens e mulheres, a obrigatoriedade de 49 anos de contribuição mínima para ter direito a aposentadoria integral, a possibilidade de pensões por morte com valores abaixo do salário e a idade mínima de 70 anos para ter direito ao Benefício De Prestação Continua (BPC-Loas), benefício justamente de auxílio as pessoas no estado de miserabilidade. Ou seja, tornando a possibilidade de ter acesso aos benefícios previdenciários mais duros e quase impossíveis, em alguns casos.

O contraponto destas medidas é a exclusão dos militares do texto original reforma, além da possibilidade de regra de transição especial para políticos. Uma verdadeira falta de dignidade com o trabalhador e com o povo brasileiro que contribui com o sistema previdenciário brasileiro.

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A importância de brincar para educação

Ana Regina Caminha Braga (*)

Você já reparou no seu filho brincando? Em como ele consegue resolver o mais variados tipos de situações usando apenas a imaginação? É no ato de brincar que as crianças desenvolvem diversas capacidades. Quem não lembra, de quando era criança, das brincadeiras que fazia?  Brincar de esconde esconde, alerta, cabra-cega, lenço-atrás e amarelinha. Estas e outras brincadeiras auxiliam as crianças na descoberta de si e do mundo.

Ao longo do tempo e com os avanços tecnológicos, brinquedos e brincadeiras foram mudando, mas o prazer da criança em brincar é o mesmo. E é de extrema importância que nós, educadores, levemos a sério tal ato, não só para um melhor processo de aprendizagem das crianças, como também para sua evolução como ser humano. Nosso papel é orientar esse processo, com projetos que ajudem no desenvolvimento e nas habilidades específicas de cada faixa etária. 

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