Governo desiste de medidas anunciadas para IPVA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Nesta terça-feira, dia 5, o Governo do Estado do Rio Grande do Sul anunciou que as medidas para o Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), divulgadas nessa segunda-feira, dia 4, não são mais válidas. A medida cancelava o parcelamento do IPVA para 2020.

 

O Líder do Governo na Assembleia Legislativa, deputado Frederico Antunes, afirma que após a repercussão negativa do anúncio, o Executivo deve anunciar a revisão da aplicação, que deve voltar a ser parcelado como era antes.

 

A reunião continua hoje no Palácio Piratini. O Governador Eduardo Leite irá fazer o anúncio da desistência das medidas ao fim do encontro. Apesar de voltar a ser parcelado, datas para o pagamento do IPVA ainda não foram divulgadas.

Fonte: Correio do Povo

Por: Erika Dal’Carobo

Senador Collor é investigado em operação contra lavagem de dinheiro

Na manhã desta sexta-feira, dia 11, a Polícia Federal iniciou uma operação para investigar se o senador Fernando Collor teria participado de leilões públicos para esconder recursos de origem suspeita. De acordo com a investigação, as práticas envolveriam um valor referente a R$ 6 milhões, obtidos de forma ilícita desde 2010.

 

A ação, batizada de Arremate, foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, tendo como objetivo combater práticas de lavagem de dinheiro relacionadas a leilões de imóveis nas cidades de Maceió (AL) e Curitiba (PR).

 

O senador e ex-presidente, em sua rede social, afirma não ter nenhum tipo de envolvimento com tais práticas. Ele também diz estar “indignado” com tal situação.

Fonte: G1/Revista Fórum

Por: Erika Dal’Carobo

Bolsonaro sanciona lei de que limita gastos de vereadores e prefeitos em campanhas

Nesta semana, o presidente Jair Bolsonaro sancionou um projeto de lei limita os gastos de vereadores e prefeitos em suas campanhas eleitorais. O gasto deve ser equivalente ao das eleições de 2016, prevendo, sempre, os índices de inflação.

Em 2016 o cálculo desse limite era feito a partir do número de eleitores de cada município. Para os campanha para prefeito, chegava a R$ 45 milhões e para vereadores até R$ 26 milhões. São Paulo foi a cidade com o maior valor limite de campanha para prefeito, chegando a R$ 45 milhões.

Além disso, a medida contempla também o gasto com recursos próprios dos candidatos, que não poderá passar 10% do limite total dos recursos previstos para o seu cargo.

A medida começa a vigorar a partir de 2020 e foi votada em sua data limite, já que para a medida vigorar no próximo ano, tem de ser votada um ano antes do primeiro turno da próxima eleição.

Fonte: G1/Uol

Por: Erika Dal Carobo

Governo estuda congelar salário mínimo

O Ministério da Economia estuda uma forma de autorizar o congelamento do salário mínimo em momentos de aperto fiscal. De acordo com o jornal Folha de São Paulo, o plano é retirar da Constituição a determinação de que o valor seja corrigido pela variação da inflação.

 

Segundo a Folha, a medida seria incluída na PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que altera regras fiscais e está tramitando no Congresso.

 

O texto está na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara e é debatido por parlamentares, representantes do ministério da Economia e técnicos de Orçamento do Congresso. O autor é o deputado Pedro Paulo (DEM-RJ).

 

O projeto traria dispositivos que seriam acionados em situações de risco de descumprimento das regras fiscais. A versão original não prevê o congelamento do salário mínimo, mas o governo articula a inclusão disso no texto.

 

A regra que possibilitava o reajuste do salário mínimo acima da inflação deixou de valer em 2019. Essa nova mudança, no entanto, permitiria o congelamento do mínimo, sem reposição da inflação.

 

Para o ano que vem, o governo estima que o reajuste levará o salário mínimo de R$ 998,00 para R$ 1.039,00 levando em conta apenas a inflação.

 

Fonte: UOL

Por: Eduardo Castro

Raquel Dodge pede que dinheiro resgatado na Lava Jato vá para Amazônia

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, defendeu no dia 26, junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) que R$ 1,2 bilhão do valor pago pela Petrobras em um acordo com autoridades dos Estados Unidos no âmbito da Lava Jato seja destinado para o combate ao fogo na Amazônia.

A nova destinação do dinheiro se justifica diante de “uma nova situação emergencial, decorrente de extensas e devastadoras queimadas na Floresta Amazônica, com imenso impacto ambiental, social e econômico”, escreveu Raquel Dodge em manifestação enviada ao STF.

“Nessa perspectiva, considero necessário ao interesse público a repartição dos valores e destinação dos recursos para incluir a proteção ambiental sustentável, o que atende a toda a sociedade brasileira”, acrescentou a PGR.

Na semana passada, a mesa diretora da Câmara dos Deputados, por iniciativa do presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), fez o mesmo pedido em manifestação enviada ao STF.

Nesta segunda-feira, Raquel Dodge defendeu que o R$ 1,2 bilhão seja encaminhado ao Ministério do Meio Ambiente, sendo R$ 200 milhões destinados ao descontingenciamento do orçamento da pasta e R$ 1 bilhão ao financiamento de ações de proteção ambiental.

A PGR disse que os R$ 1,3 bilhão restantes do dinheiro pago pela Petrobras deve ser destinado à educação, conforme previsto anteriormente. 

Fonte: EBC

Por: Eduardo Castro

Câmara dos Deputados aprova projeto que permite a posse de arma em toda extensão rural

Nesta semana, a Câmara dos Deputados aprovou o projeto que permite a posse de arma em toda a extensão rural. O texto que já passou pelo Senado, agora cabe ao presidente Jair Bolsonaro decidir se sanciona, veta parcialmente ou veta na íntegra.

Conforme o Estatuto do Desarmamento, de 2003, quem possui a posse de arma pode manter o objeto no interior da residência.

No caso da propriedade rural, somente é permitida a posse na área da fazenda. O texto aprovado pela Câmara estabelece a chamada “posse rural estendida”, ou seja, permite que a posse de arma se estenda por toda a propriedade rural.

Fonte: Jornal o Sul

Por: Carolina Silveira

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