Clima tem prejudicado a lavoura de trigo

Depois de colher 40% da lavoura de trigo no Rio Grande do Sul, de um total de 913 mil equitares, a Emater calcula que somente 20% tenha qualidade adequada para a produção de farinha.

O motivo é a adversidade climática, como geada e granizo que tem afetado o estado nos últimos meses. A projeção inicial de colheita foi reduzida para 1,8 milhão de toneladas, uma queda de 50%, pelo menos.

Os técnicos da Emater ressaltam que, além do menor volume de trigo colhido, a qualidade do grão é bastante abaixo do padrão. Para produzir pão, o cereal tem que apresentar PH de 78 pontos no mínimo, mas na maioria dos casos o desempenho fica entre 70 e 72 pontos.

Em São Borja, as lavouras colhidas mais tarde apresentam melhores resultados, mas no geral o rendimento é muito variado e abaixo do normal, devido ao clima. O valor comercial do produto mais afetado cai para a metade do normal.

É o segundo ano consecutivo de frustração na safra tritícola, o que significa necessidade de mais importações.

Vacinação contra a aftosa já começou

A Campanha de Vacinação contra a Febre Aftosa iniciou em 1º de novembro e se estende até o dia 30. De acordo com a Inspetoria de Defesa Agropecuária de São Borja, 80,5 mil bovinos e 500 búfalos devem ser imunizados nessa etapa da campanha.

A vacina acontece nos meses de maio e novembro. Agora, todos os bovinos e búfalos de 0 a 24 meses, deverão receber as doses. O produtor deve ficar atento aos sinais da doença, como lesões nos cascos, excesso de saliva e dificuldade em caminhar.

A multa para quem não vacinar é de R$ 929. Para produtores que estejam enquadrados no Pronaf as vacinas podem ser retiradas na inspetoria de defesa agropecuária.

Quem não se enquadra, em um desses programas, pode comprar a imunização nas agropecuárias, ao valor de, aproximadamente, R$ 1,70, uma dose e 10 doses R$ 16,75.

Vacinação contra a aftosa inicia na próxima semana

A Campanha de Vacinação contra a Febre Aftosa inicia em 1º de novembro e se estende até o dia 30. De acordo com a Inspetoria de Defesa Agropecuária de São Borja, 80,5 mil bovinos e 500 búfalos devem ser imunizados nessa etapa da campanha.

A vacina acontece nos meses de maio e novembro. Agora, todos os bovinos e búfalos de 0 a 24 meses, deverão receber as doses. O produtor deve ficar atento aos sinais da doença, como lesões nos cascos, excesso de saliva e dificuldade em caminhar.

A multa para quem não vacinar é de R$ 929. Para produtores que estejam enquadrados no Pronaf as vacinas podem ser retiradas na inspetoria de defesa agropecuária.

Quem não se enquadra, em um desses programas, pode comprar a imunização nas agropecuárias, ao valor de, aproximadamente, R$ 1,70, uma dose e 10 doses R$ 16,75.

Cerca de 20 mil hectares de arroz foram plantados até agora

Um levantamento da unidade local do Instituto Rio-grande do Arroz (Irga), no final de semana, indica que São Borja plantou, por enquanto, pouco mais de 20 mil hectares de arroz no ciclo 2015 - 2016.

Isso corresponde a 48%, dos 44 mil hectares de lavoura previstos. Cerca de 12% a menos do que no ano passado. Segundo o IRGA ainda não é possível afirmar se a operação sofrerá algum atraso.

Os 200 milímetros de precipitação, na primeira quinzena de outubro, impediu que o plantio avançasse mais no município e na região.

Os técnicos não conseguiram concluir levantamento sobre as áreas inundadas por enchente e que terão de ser replantadas.

A estimativa é de que a área possa se aproximar de mil hectares.

Remate Núcleo Angus encerra leilão com 87% dos animais vendidos

Na tarde da última quarta-feira foi realizado o Remate Núcleo Angus, no Parque de Exposições Serafim Dornelles Vargas. O evento foi o último em alusão a Fenaoeste e havia sido adiado em função do mau tempo.

Empresários, pecuaristas e espectadores participaram do leilão que teve como leiloeiro o Vice-presidente do Sindicato Rural de São Borja, Rodrigo Bauer. Assim como todos os outros, o Núcleo Angus também foi um sucesso e mais da metade dos animais foram arrematados.

O Guarany Remates colocou a disposição 162 animais sendo: 56 terneiras; 58 novilhas; 3 vacas vazias; 20 vacas prenhas; e 25 vacas com cria ao pé. Desse total foram vendidos 141, totalizando R$ 191.960,00.

Até então a venda era de R$ 1.634.83,00.

Remate Núcleo Angus acontece na quarta-feira

Os shows da Fenaoeste já terminaram, mas a programação alusiva aos remates continua nesta semana. Na próxima quarta-feira (21) acontece o Remate Núcleo Angus, que estava previsto para o dia 12 de outubro, mas em função do mau tempo precisou ser adiado.

Serão oferecidos 300 animais, das raças Angus e Cruzas, divididos em vacas, touros, novilhos e terneiros. O início está previsto para às 15h. O financiamento fica por conta dos Bancos Sicredi, Banco do Brasil e Banrisul.

O Remate Núcleo Angus deve fomentar ainda mais a lucratividade da feira, com a venda de animais, que este ano, superou a marca de R$ 1 milhão.

Venda de animais na Fenaoeste supera R$ 1 milhão

A Fenaoeste possui uma importância significativa para a economia local e regional. Além da grande diversidade de shows, temos os remates que movimentam a feira.

Na edição deste ano, com todo o cenário econômico atual e clima que influenciaram, diretamente, as vendas, foram acima da média.

No leilão Capiati, 132 bovinos da Raça Braford foram comercializados, resultando em R$ 642,9 mil. Já no Leilão Aliança Genética, das Cabanhas Ave Maria, Corticeira, Pitangueira e convidados, 338 animais das raças Angus, Brangus, Braford e Hereford foram vendidos, totalizando R$ 964.730 mil.

Os 13 ovinos vendidos geraram R$ 27,2 mil. A venda total de animais alcançou R$ 1.634.83,00.

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